Gestão da Mudança – Parte 4

A grande verdade é que a Gestão da Mudança poderia ser adjetivada como Gestão Contemporânea do século XXI, pois, o modelo newtoniano de ordem, estabilidade, linearidade e previsibilidade, não existe mais, talvez, inclusive, nunca tenha existido.

Porque se se observar as escolas clássicas e neoclássicas da teoria da administração, houveram umas dez linhas diferentes de pensamento (Taylor, Fayol,Weber, Mayo, McGregor, etc.) . Se se analisar os modelos de planejamento estratégico, observa-se outra dezena de linhas de pensamento, então, conclui-se que a própria Gestão sempre foi dinâmica e evolutiva.

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Gestão da Mudança – Parte 3

“… os homens sempre procuram equacionar os problemas das mudanças, mas jamais se preocuparam com o problema da mudança.”
Ruben Bauer, em “A Gestão da Mudança, Caos e Complexidade nas Organizações

A sentença acima endossa a motivação que orientou o conteúdo dos artigos anteriores (Parte 1 e Parte 2).

Foram apresentados, sucintamente, alguns conceitos básicos sobre complexidade e o comportamento dinâmico das organizações. Temas estes, que serão retomados em futuros artigos.

O objetivo dessa apresentação foi focar nas “causas”, no “problema da mudança” em si, para que, agora, se discuta a gestão da mudança, com uma visão mais abrangente e sistêmica.

Ainda, de acordo com Ruben Bauer, mudanças, no plural, são percebidas como eventos singulares, distintos, uns dos outros, e que afetam uma realidade que sem elas seria estável. E, nos dias de hoje, o que a ciência constata, é que não existem mudanças, o que existe é a mudança. O estado de equilíbrio é um caso-limite particular, num universo em permanente evolução, logo, em permanente mudança. Tudo é fluxo, tudo é transformação, tudo é mudança.

Nas organizações não é diferente. Assim como não o é em gestão, em vendas, ou em qualquer outra atividade ou função.

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