Rede de Negócios

rede de negociosNosso projeto da Rede de Negócios do IEAGE está em operação.

Dobramos o espaço para o anúncio grátis que oferecemos no Diretório de Negócios da rede de negócios do IEAGE e que faz parte do ecossistema de empreendedorismo do portal do IEAGE.org.

Divulgue a sua empresa na rede de negócios, para crescer a empresa, acelerar e aumentar a vendas.

Faça o registro grátis e divulgue sua empresa globalmente em 20 idiomas.

Nossa Missão é ajudar a empreender, a desenvolver novos clientes, novos canais, novos negócios e oportunidades. Procuramos desenvolver novos canais e novos mercados para ajudar o sucesso da pequena e média empresa.

Colocamos em prática nosso projeto, depois de anos de pesquisa, estudo e dezenas de modelos analisados até chegarmos ao mais funcional, simples e que agregue valor rapidamente à pequena e média empresa que participa da Rede de Negócios do IEAGE. A Rede de Negócios é estruturada em um diretório de negócios, um grupos de discussão (fóruns) para apresentação dos produtos e serviços e busca de parceiros e clientes, e uma academia para capacitar o empreendedor.

Criamos um ambiente global para as PMEs (Pequena e Média Empresa), para atender o empreendedor, focado em segurança, credibilidade e perenidade.

A pequena e média empresa (PME), globalmente, é responsável por (+/-) 50% do emprego global, se queremos mitigar os riscos e  a influência das crises econômicas e desemprego nas PMEs, os governos e instituições correlatas têm que somar esforços para desenvolver e fortalecer as PMEs, criando uma Rede de PMEs de atuação local, regional e global, pois assim as economias cresceriam  mais consistentemente, fortalecidas e mais imunes a crises financeiras, crises estas completamente estranhas  e não geradas pelo pequeno ou médio empresário.

IEAGE – Instituto de Estudos Avançados de Gestão e Empreendedorismo

IEAGE Rede de EmpreendedorismoConseguimos, finalmente, concretizar um projeto há muito tempo engendrado, e exposto, aqui, neste blog, desde 2009. Mas que, na realidade, remonta ao início dos anos de 2000, com algumas negociações internacionais, com livro escrito em 2005, com trabalho final de MBA em 2006, etc.

Foi uma longa caminhada e evolução, mas só agora possível de concretizar, devido ao avanço da tecnologia, conectividade, mobilidade e a constatação da real utilização “amigável” de todo esse ambiente, pelos usuários finais.

O projeto amadureceu, tomou novas vertentes, assimilou novas tecnologias e possibilidades, mas seus conceitos e valores não mudaram, aliás estão mais fortes e presentes nesta iniciativa, onde a ética, a transparência, honestidade e valores fundamentais de conduta humana e social, terão atenção especial.

O projeto e, portanto, o IEAGE, foi desenvolvido com foco nos empreendedores e para os empreendedores. Estamos a iniciar nossas atividades com grande entusiasmo e satisfeitos pela realização de um antigo sonho. Acreditamos que iremos contribuir, fortemente, no desenvolvimento de muitos empreendedores, globalmente.

Muitos profissionais de marketing talvez não concordem com a estratégia de lançamento deste projeto. Mas, como marqueteiro, também, e sendo a segunda geração, na família, de marqueteiros acostumados a “não seguir regras”, vamos abrir este projeto, desde o estágio inicial, diretamente ao público interessado, que são os empreendedores.

As “boas práticas” diriam que deveríamos, primeiro, promover associações, fazer propaganda, informar o futuro lançamento, criar uma promoção especial de inauguração, popular de dados os registros do diretório, etc., etc., e, em seguida, abrir, publicamente, o projeto.

No entanto, a “Rede”, apesar das dezenas de estudos e algorítimos desenvolvidos (Barabási-Albert, Dorogovtsev-Mendes, Zhou-Mondragón, Izquierdo, Hanneman, Pastor-Satorras, S.Boccaletti, V. Latorra, Y. Moreno, M.Chavez, D. Hwang, entre outros), tem o seu próprio e não desvendado “caos organizado”, logo, nós vamos testá-lo!

Esperamos avidamente sua presença no IEAGE e vamos construir, juntos, um mundo melhor, criar mais oportunidades e primar pela ética, honestidade e igualdade, tão desprestigiadas, nos dias de hoje.

Sucesso para todos!

Mário Ferreira

Redes Sociais: conceitos básicos – parte 3

Redes Sociais – Conceitos – parte 3

Depois de longo interregno em relação ao último artigo sobre redes sociais, escrevo esta terceira parte da sequência. Entre vários motivos para esta demora, o principal é a não satisfação com o desenrolar da apresentação do tema que ficou um pouco agreste e com muitos conceitos e definições sem uma aplicação prática imediata.

No entanto, relendo um artigo de uma das figuras proeminentes da área, vejo espelhado o meu sentimento nas frases finais do seu artigo e que transcrevo abaixo:

“…nós contamos os triângulos da rede ou medimos as sequencias de graus, mas não temos a menor ideia se estas são as únicas quantidades importantes a medir (quase de certeza que não são) ou mesmo se elas são as mais importantes.” (NEWMAN, 2003. p.47-48)

Não obstante, faz-se necessário o término desta série de artigos sobre as redes sociais para que possamos seguir adiante com outras perspectivas, assuntos e novos insights e informações que surgiram, neste último ano, sobre o tema e outros assuntos.

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Redes Sociais: alguns modelos e conceitos básicos – parte 1

Redes Sociais: alguns modelos e conceitos básicos – parte 1

Introdução

Relembrando um pouco de “História”, observa-se que, em realidade, “redes sociais” não é uma tendência ou um aspecto inusitado. Na idade média, por exemplo, os templários ou os grandes construtores de catedrais – os maçons – já tinham as suas redes sociais. Assim como, não é particularidade da década de 80 a globalização, no seu conceito alargado, pois os navegadores da antiguidade já desenvolviam a globalização com o comércio de especiarias e a exploração dos recursos naturais de terras além-mar, e com a expansão dos impérios coloniais (português, espanhol e britânico).
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Redes Sociais e Desenvolvimento de Negócios

Introdução

Há algum tempo, tento equacionar uma correlação pragmática e fundamentada em modelos matemáticos entre as redes sociais e desenvolvimento de negócios para atender o projeto Rede de Negócios/Empreendedores, cujo projeto é o objetivo principal deste blog.

Até hoje não consegui uma modelagem que me satisfizesse, nem perto disso. No entanto vários pontos interessantes, ao longo desta pesquisa, fizeram-se claros e creio que cabem ser compartilhados com quem possa estar desenvolvendo pesquisa semelhante, ou mesmo com quem tenha algum interesse neste assunto de redes sociais e sua influência no ambiente de negócios.

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O Marketing Mix – 4 Ps de Kotler

O Marketing Mix – 4 Ps de Kotler

Outro conceito básico que é fundamental relembrar, é o Marketing Mix ou os “4 Ps” de Kotler.

Será que são só 4? Ou serão 5? Ou serão mais?

No último artigo comentamos sobre as “5 forças” de Porter. Na realidade já existe a discussão se não seria interessante adicionar uma sexta força que seria chamada de “Governo”.
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As 5 Forças de Porter

As 5 Forças de Porter

O modelo de análise das 5 Forças de Porter publicado em 1979 na Harvard Business Review é utilizado até hoje em análises de mercado, tanto para determinar a atratividade (valor) desse mercado, como para se obter informações para fundamentar um planejamento estratégico de lançamento de um novo produto ou serviço, ou para um reposicionamento no mercado.

Embora o ambiente de negócios, hoje, seja muito mais sofisticado do que há 30 anos, quando do lançamento do artigo, os princípios básicos do modelo continuam válidos e permitem uma análise rápida e simples do ambiente de competição, sem a necessidade de se ser um especialista em planejamento estratégico, para se fazer essa análise.

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