Software Livre – Ubuntu – Linux

Continuando minha pesquisa sobre software livre para o projeto Rede de Negócios para Empreendedores, fui fazer algumas revisões, sobre como estavam as versões de vários Linux disponíveis e ler algumas análises.

Um dos sistemas, baseado em Linux, que ficou retido na minha memória desde suas primeiras versões, e recomendado recentemente por um amigo, foi o Ubuntu.

A continuação deste artigo tratará de tudo, menos de software livre e Linux.

Fui olhar o site e também o grupo de trabalho que existe no Brasil, do Ubuntu.

Lembrava-me que uma das primeiras coisas que me chamou atenção, vários anos atrás, foi o significado da palavra Ubuntu.

Vou transcrever ipsis literis o que o Arcebispo Desmond Tutu, da África do Sul, e disponível no site da sua Fundação Benemérita, disse:

“Africans have this thing called UBUNTU. It is about the essence of being human, it is part of the gift that Africa will give the world. It embraces hospitality, caring about others, being able to go the extra mile for the sake of others. We believe that a person is a person through another person, that my humanity is caught up, bound up, inextricably, with yours.  When I dehumanise you, I inexorably dehumanise myself. The solitary human
being is a contradiction in terms and therefore you seek to work for the common good because your humanity comes into its own in belonging”.

— Desmond Tutu
Archbishop Emeritus

Vou tomar a liberdade de acrescentar mais uma frase do Arcebispo:

‘God’s dream is that you and I and all of us will realise that we are family, that we are made for togetherness, for goodness, and for compassion. In God’s family, there are no outsiders, no enemies. Black and white, rich and poor, gay and straight, Jew and Arab, Muslim and Christian, Hindu and Buddhist, Hutu and Tutsi, Pakistani and Indian—all belong. When we start to live as brothers and sisters and to recognize our interdependence, we become fully human.’

Archbishop Emeritus Desmond Tutu

Eu ia traduzir, livremente, os textos, mas após ler um artigo do Saramago sobre traduzir e traduções, achei por bem e para não criar ruído ou deturpar a sensibilidade e profundidade destas palavras, deixar no original.

Me perdoem, as pessoas que tiverem dificuldade, na leitura destes textos.

E, no final, acabei falando de tudo menos de software livre. No entanto, acredito que é muito interessante e, mais do que nunca, relevante para o momento atual, que vivemos globalmente.

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