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	<title>- Empreendedorismo e Globalização -  Projeto Rede de Negócios</title>
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	<description>Redes de Negócios - Informações para o desenvolvimento do empreendedorismo e a globalização de pequenos negócios</description>
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		<title>- Empreendedorismo e Globalização -  Projeto Rede de Negócios</title>
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		<title>Redes Sociais: conceitos básicos &#8211; parte 3</title>
		<link>http://empreendedorglobal.wordpress.com/2011/03/30/redes-sociais-conceitos-basicos-parte-3/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Mar 2011 18:41:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marioferreira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois de longo interregno em relação ao último artigo sobre redes sociais, escrevo esta terceira parte da sequência. Entre vários motivos para esta demora, o principal é a não satisfação com o desenrolar da apresentação do tema que ficou um pouco agreste e com muitos conceitos e definições sem uma aplicação prática imediata.

No entanto, relendo um artigo de uma das figuras proeminentes da área, vejo espelhado o meu sentimento nas frases finais do seu artigo e que transcrevo abaixo:

“...nós contamos os triângulos da rede ou medimos as sequencias de graus, mas não temos a menor ideia se estas são as únicas quantidades importantes a medir (quase de certeza que não são) ou mesmo se elas são as mais importantes.” (NEWMAN, 2003. p.47-48) <a href="http://empreendedorglobal.wordpress.com/2011/03/30/redes-sociais-conceitos-basicos-parte-3/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=empreendedorglobal.wordpress.com&amp;blog=7196949&amp;post=501&amp;subd=empreendedorglobal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Redes Sociais – Conceitos – parte 3</strong></p>
<p>Depois de longo interregno em relação ao último artigo sobre redes sociais, escrevo esta terceira parte da sequência. Entre vários motivos para esta demora, o principal é a não satisfação com o desenrolar da apresentação do tema que ficou um pouco agreste e com muitos conceitos e definições sem uma aplicação prática imediata.</p>
<p>No entanto, relendo um artigo de uma das figuras proeminentes da área, vejo espelhado o meu sentimento nas frases finais do seu artigo e que transcrevo abaixo:</p>
<p style="text-align:right;">“&#8230;nós contamos os triângulos da rede ou medimos as sequencias de graus, mas não temos a menor ideia se estas são as únicas quantidades importantes a medir (quase de certeza que não são) ou mesmo se elas são as mais importantes.” (NEWMAN, 2003. p.47-48)</p>
<p>Não obstante, faz-se necessário o término desta série de artigos sobre as redes sociais para que possamos seguir adiante com outras perspectivas, assuntos e novos insights e informações que surgiram, neste último ano, sobre o tema e outros assuntos.</p>
<p><span id="more-501"></span></p>
<p>Em referência ao último artigo, ficou pendente a discussão sobre redes monomodais, duomodais, densidade da rede, diâmetro e raio da rede, conectividade e conexões, hubs e bridges, nós de corte, entre outros pontos.</p>
<p>Segundo WASSERMANN (apud FACCIONI, 2011),<strong> redes monomodais</strong> são formadas por um conjunto único de atores que se relacionam entre si e das ligações que podem representar diferentes tipos de relação; as <strong>redes duomodais</strong> são formadas por dois conjuntos diferentes de atores ou um conjunto de atores e um conjunto de eventos e das relações entre os atores de um conjunto com os atores/eventos do outro conjunto.</p>
<p>A <strong>densidade de uma rede</strong> é expressa pela proporção entre o número de ligações existentes e o número do total de ligações possíveis. (HANNEMAN, 2011).</p>
<p>O <strong>diâmetro de uma rede</strong> é a maior excentricidade entre todos os atores. Lembrando,<strong> excentricidade</strong> é a maior distância geodésica e <strong>distância geodésica </strong>entre dois atores o número de ligações que existe entre eles (pelo caminho mais curto). Se os atores estão desconectados a distância geodésica é infinito. (HANNEMAN, 2011).</p>
<p><strong>Nó de corte (cut point)</strong> é quando este é retirado de rede e provoca a desconexão desta, dividindo-a em vários componentes. Um <strong>componente</strong> é um conjunto de nós (atores) que estão interconectados (todos os nós do “sub-grafo” são “alcançáveis” entre si).</p>
<p><strong>Ponte (bridge)</strong> é similar ao nó de corte só que se refere à ligação. Quando retirada a ligação (relação, conexão) a rede será desconectada formando diferentes componentes.</p>
<p>Com estes conceitos básicos encerramos a “trilogia” sobre princípios básicos de redes sociais.</p>
<p>Está muito aquém donde gostaria de ter alcançado em clareza e praticidade, no entanto, os pontos essenciais, eu acredito que tenham sido suscintamente tocados, e com a bibliografia indicada nos três artigos, o aprofundamento no assunto será possível a quem se interessar.</p>
<p>O que muitas empresas hoje buscam, é justamente essa clareza de como funcionam e evoluem as redes sociais devido ao seu interesse comercial de como explorar esse nicho.</p>
<p>Fenômenos como o desenvolvimento exponencial do Facebook e de como explorar economicamente esse crescimento é visto com ansiedade por muitas corporações, mas não é tão simples assim!</p>
<p>O funcionamento e desenvolvimento das redes sociais é algo mais complexo, muito mais complexo do que inclusive os conceitos básicos referidos. No entanto, deve-se começar por algum ponto. Referências básicas e/ou noções primárias de como funciona uma rede, seja social ou não, deve ser uma premissa básica para quem quer entender ou futuramente usufruir desse desenvolvimento.</p>
<p>Muitos outros fatores como, por exemplo: aspectos sociais, culturais, regionais e “alfabetização digital” devem ser considerados em análises de redes, isto sem comentar sobre a logística, barreiras de entrada, localização (adaptar o produto/serviço), etc.</p>
<p>Como corolário da sentença anterior, logo, a análise de uma rede somente como “monomodal” ou “dualmodal” será muito simplista&#8230;</p>
<p>Este assunto ainda terá muito desmembramentos em futuros artigos.Boa leitura e pesquisa!<br />
<strong>Referências:</strong></p>
<p>FACCIONI, Marcos.  Análise de Redes Sociais. Open University UK.  Acesso em: 2011. Disponível em:http://labspace.open.ac.uk/course/view.php?id=4951&amp;topic=all</p>
<p>HANNEMAN, Robert A.; IZQUIERDO, Luis R. Introduction to formal analysis of social networks. Acesso em: 2011. Disponível em: http://faculty.ucr.edu/~hanneman/mathematica_networks.pdf</p>
<p>NEWMAN, M.E.J. The structure and function of complex networks.  2003. Disponível em: http://www-personal.umich.edu/~mejn/courses/2004/cscs535/review.pdf</p>
<p>WASSERMANN, Stanley; FAUST, Katherine. Social network analysis. Cambridge: Cambridge University Press, 1994.</p>
<p>&nbsp;</p>
<br /> Tagged: <a href='http://empreendedorglobal.wordpress.com/tag/conceito/'>conceito</a>, <a href='http://empreendedorglobal.wordpress.com/tag/conceitos-basicos/'>conceitos básicos</a>, <a href='http://empreendedorglobal.wordpress.com/tag/rede-de-negocios/'>rede de negócios</a>, <a href='http://empreendedorglobal.wordpress.com/tag/redes-sociais/'>redes sociais</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/empreendedorglobal.wordpress.com/501/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/empreendedorglobal.wordpress.com/501/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/empreendedorglobal.wordpress.com/501/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/empreendedorglobal.wordpress.com/501/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/empreendedorglobal.wordpress.com/501/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/empreendedorglobal.wordpress.com/501/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/empreendedorglobal.wordpress.com/501/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/empreendedorglobal.wordpress.com/501/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/empreendedorglobal.wordpress.com/501/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/empreendedorglobal.wordpress.com/501/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/empreendedorglobal.wordpress.com/501/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/empreendedorglobal.wordpress.com/501/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/empreendedorglobal.wordpress.com/501/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/empreendedorglobal.wordpress.com/501/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=empreendedorglobal.wordpress.com&amp;blog=7196949&amp;post=501&amp;subd=empreendedorglobal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Redes Sociais : conceitos básicos &#8211; parte 2</title>
		<link>http://empreendedorglobal.wordpress.com/2010/05/19/redes-sociais-conceitos-basicos-parte-2/</link>
		<comments>http://empreendedorglobal.wordpress.com/2010/05/19/redes-sociais-conceitos-basicos-parte-2/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 19 May 2010 13:57:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marioferreira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para desenvolver uma modelagem de uma rede social pode-se utilizar uma das três notações seguintes: a da teoria dos grafos, a da sociometria baseada em sociomatrizes ou a da notação algébrica. E, para se desenvolver uma análise de uma rede social utiliza-se a teoria dos grafos, estatística, probabilidades e modelos algébricos. Quanto aos tipos de análise, pode-se desenvolver uma análise estrutural (Alain Degenne e Michel Forsé; Scott), uma abordagem matemática (Moreno) ou pelo que hoje se define como “ciência de redes” seguindo a linha de Barabási, Newman, Watt e Barabási. <a href="http://empreendedorglobal.wordpress.com/2010/05/19/redes-sociais-conceitos-basicos-parte-2/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=empreendedorglobal.wordpress.com&amp;blog=7196949&amp;post=494&amp;subd=empreendedorglobal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Redes Sociais: conceitos básicos – parte 2</p>
<p>Para desenvolver uma modelagem de uma rede social pode-se utilizar uma das três notações seguintes: a da <strong>teoria dos grafos</strong>, a da <strong>sociometria</strong> baseada em sociomatrizes ou a da <strong>notação algébrica</strong>.</p>
<p>E, para se desenvolver uma análise de uma rede social utiliza-se a teoria dos grafos, estatística, probabilidades e modelos algébricos. Quanto aos tipos de análise, pode-se desenvolver uma análise estrutural (Alain Degenne e Michel Forsé; Scott), uma abordagem matemática (Moreno) ou pelo que hoje se define como “ciência de redes” seguindo a linha de Barabási, Newman, Watt e Barabási.<br />
<span id="more-494"></span><br />
Existe um artigo muito interessante, de 2006/7, de Inês Mergel (Univ. Harvard) e de Marin Hennig (Humboldt – Univ. Berlim) que faz a análise de 14 livros sobre “Social Network Analysis” cujo link está disponível no final deste artigo [1].</p>
<p>Portanto, primeiro ponto a ficar claro, uma perspectiva é desenvolver um modelo de rede e outra perspectiva é desenvolver uma análise de uma rede já existente.</p>
<p>Em qualquer dos casos, os conceitos básicos, tanto dos objetos como de suas propriedades, deveriam convergir para uma concepção comum. No entanto, o observado, é uma pluralidade de nomenclaturas e perspectivas diferentes que é característica de uma ciência nova, ainda em estágio de amadurecimento.</p>
<p>O estudo de redes, pela sua interdisciplinaridade e abrangência, atraiu matemáticos, físicos, biólogos, engenheiros, sociólogos, geógrafos, economistas, entre outros. O que, de modo interessante, provocou o surgimento de múltiplos estudos, modelos e análises, onde os autores apresentam suas conclusões sublinhando os pontos mais relevantes na sua visão e de acordo com sua área de atuação (especialização).</p>
<p>Neste artigo, o foco será nos objetos e seus atributos mais simples que compõem a rede: o <strong>nó</strong> e a <strong>ligação</strong>.</p>
<p>Como já referido, o <strong>nó</strong>, dependendo da perspectiva, também utiliza a nomenclatura de <strong>ator, vértice, ponto, agente</strong>, (actor, vértices (vertex), point, agent) etc. e a <strong>ligação</strong> pode ter a nomenclatura de relacionamento, <strong>aresta, conexão</strong>, etc. (relationship, edge, tie, link).</p>
<p>No estudo das redes sociais o foco é nos relacionamentos e não nos atributos dos atores (nós).</p>
<p>Nas redes sociais a ligação pode ser direcionada (tipo: relação pai-filho) ou não direcionada.</p>
<p>Se a rede tiver só um tipo de relacionamento entre os atores (nós) ela é chamada de <strong>simplex</strong>, se tiver vários tipos de relacionamento é chamada de <strong>multiplex</strong>.</p>
<p>Se a rede tiver um só tipo de nó é uma rede de <strong>modo 1</strong>, se tiver dois tipos de nós é uma rede de <strong>modo 2</strong>.</p>
<p>Exemplo do modo 2: um tipo de nó é caracterizado pelas pessoas (atores) e o outro tipo de nó é  definido por eventos. As pessoas se conectam aos eventos (assistir palestras, ir a feiras, etc.).</p>
<p>O conjunto de dois atores e de suas ligações é chamado de <strong>díade</strong> e um conjunto de três atores e de suas ligações é chamado de <strong>tríade</strong>.</p>
<p>Em uma rede o número de ligações de um nó (ator) é chamado de <strong>grau do nó</strong>. Se as ligações forem direcionadas, observam-se <strong>ligações entrantes</strong> e <strong>ligações “saintes”</strong>. Neste caso tem-se o <strong>grau de entrada</strong> (in-degree, número de ligações de entrada) e <strong>grau de saída</strong> (out-degree, número de ligações de saída).</p>
<p>Em função do grau de entrada (ge) e saída (gi) o nó pode ser: isolado (ge=gi=0); transmissor (ge=0, gi &gt; ou =1), receptor (ge &gt; ou =1), portador (ge &gt; ou =1, gi &gt; ou = 1).</p>
<p>Outras propriedades do nó (ator) são a <strong>centralidade e prestígio</strong>. Quanto à centralidade, há várias definições, a mais simples é a definida como a medida dada pelo grau do nó. Quanto ao conceito de prestígio, este está relacionado com as redes direcionadas e refere-se ao grau entrante (ge) do nó.</p>
<p>Ainda relacionado à centralidade tem-se os conceitos de grau de <strong>proximidade, intermediação e “encontrabilidade”</strong> (reachability), que serão detalhados em um próximo artigo.</p>
<p>A distância entre dois nós, isto é, o número de ligações que precisam ser percorridas para ir de um nó ao outro é chamada de <strong>distância geodésica</strong> que pode ser definida como o atalho mais curto entre dois nós e dimensionada como a quantidade de ligações percorridas entre os dois nós.</p>
<p>Sobre “caminhos” existem quatro pontos importantes a destacar: <strong>passeio (walk), trilha (trail), atalho (path) e ciclo (cycle)</strong>.</p>
<p><strong>Passeio</strong> (walk) é uma seqüencia de ligações para ir do nó “n1” ao nó “n2”. E o comprimento do passeio é a somatória do número de ligações.</p>
<p>Se todas as ligações do passeio são distintas (isto é, não se repetem), o passeio é chamado de <strong>trilha</strong> (trail).</p>
<p>Se além das ligações, os nós são distintos tem-se um <strong>atalho</strong> (path ou, também, caminho em português).</p>
<p>E se além de tudo o referido, o nó inicial e final são o mesmo tem-se um <strong>ciclo</strong>.</p>
<p>Uma aplicação prática para os conceitos sobre “caminhos” é a determinação do caminho mais curto entre dois pontos. Uma solução foi dada por Dijkstra em 1952 e é uma solução não polinomial (NP). Esta solução trabalha com grafos valorados (cada ligação tem um “peso” ou valor) e o objetivo é minimizar o custo ou “distância”.</p>
<p>Outros atributos que serão revistos em um próximo artigo: redes monomodais e duomodais, densidade da rede, diâmetro e raio da rede, detalhes sobre conectividade e conexões (ligações), hubs e bridges, nó de corte (cut point), ponte (bridge), etc.</p>
<p>[1] &#8211; http://www.hks.harvard.edu/netgov/files/png_workingpaper_series/PNG07_001a_WorkingPaper_MergelHennig_EN.pdf</p>
<br /> Tagged: <a href='http://empreendedorglobal.wordpress.com/tag/conceitos-basicos/'>conceitos básicos</a>, <a href='http://empreendedorglobal.wordpress.com/tag/diade/'>díade</a>, <a href='http://empreendedorglobal.wordpress.com/tag/ligacao/'>ligação</a>, <a href='http://empreendedorglobal.wordpress.com/tag/no/'>nó</a>, <a href='http://empreendedorglobal.wordpress.com/tag/redes-sociais/'>redes sociais</a>, <a href='http://empreendedorglobal.wordpress.com/tag/sociometria/'>sociometria</a>, <a href='http://empreendedorglobal.wordpress.com/tag/teoria-dos-grafos/'>teoria dos grafos</a>, <a href='http://empreendedorglobal.wordpress.com/tag/triade/'>tríade</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/empreendedorglobal.wordpress.com/494/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/empreendedorglobal.wordpress.com/494/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/empreendedorglobal.wordpress.com/494/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/empreendedorglobal.wordpress.com/494/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/empreendedorglobal.wordpress.com/494/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/empreendedorglobal.wordpress.com/494/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/empreendedorglobal.wordpress.com/494/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/empreendedorglobal.wordpress.com/494/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/empreendedorglobal.wordpress.com/494/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/empreendedorglobal.wordpress.com/494/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/empreendedorglobal.wordpress.com/494/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/empreendedorglobal.wordpress.com/494/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/empreendedorglobal.wordpress.com/494/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/empreendedorglobal.wordpress.com/494/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=empreendedorglobal.wordpress.com&amp;blog=7196949&amp;post=494&amp;subd=empreendedorglobal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Redes Sociais: alguns modelos e conceitos básicos – parte 1</title>
		<link>http://empreendedorglobal.wordpress.com/2010/03/20/redes-sociais-modelos-conceitos-01/</link>
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		<pubDate>Sat, 20 Mar 2010 17:08:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marioferreira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Relembrando um pouco de “História”, observa-se que, em realidade, “redes sociais” não é uma tendência ou um aspecto inusitado. Na idade média, por exemplo, os templários ou os grandes construtores de catedrais - os maçons - já tinham as suas redes sociais. Assim como, não é particularidade da década de 80 a globalização, no seu conceito alargado, pois os navegadores da antiguidade já desenvolviam a globalização com o comércio de especiarias e a exploração dos recursos naturais de terras além-mar, e com a expansão dos impérios coloniais (português, espanhol e britânico). <a href="http://empreendedorglobal.wordpress.com/2010/03/20/redes-sociais-modelos-conceitos-01/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=empreendedorglobal.wordpress.com&amp;blog=7196949&amp;post=478&amp;subd=empreendedorglobal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Redes Sociais: alguns modelos e conceitos básicos – parte 1</strong></p>
<p><strong>Introdução</strong></p>
<p>Relembrando um pouco de “História”, observa-se que, em realidade, “redes sociais” não é uma tendência ou um aspecto inusitado. Na idade média, por exemplo, os templários ou os grandes construtores de catedrais &#8211; os maçons &#8211; já tinham as suas redes sociais. Assim como, não é particularidade da década de 80 a globalização, no seu conceito alargado, pois os navegadores da antiguidade já desenvolviam a globalização com o comércio de especiarias e a exploração dos recursos naturais de terras além-mar, e com a expansão dos impérios coloniais (português, espanhol e britânico).<br />
<span id="more-478"></span><br />
Portanto, nada de novo entre o céu e a terra que já não tenhamos vivenciado. A não ser no contexto das redes sociais no que respeita ao seu espectro de penetração, sua diversificação, seu arcabouço tecnológico atual e a intenção de muitos de descobrir como usufruir desta “nova onda”. Assim como na pseudo-onda da globalização atual com a catequização propagada pelo os grandes evangelistas do livre mercado (financeiro) e da “economia virtual” (porque derivativos, fundos hedge, mercado futuros, entre outros, são mera especulação, jogos de apostas e mercados virtuais, mais virtuais que os próprios avatares utilizados nos mundos virtuais da internet).</p>
<p>O que é singular, nesta onda de desenvolvimento, é a compressão do espaço e tempo, a dispersão da informação e a comunicação em tempo real concomitante com a pluralidade de perspectivas, definições, análises e de cenários prospectivos sobre os possíveis desdobramentos dos fatos do presente.</p>
<p>Posto isto, uma recapitulação sobre o desenvolvimento dos conceitos de grafos e redes faz-se necessário para que obtenha-se uma visão geral e, com isso, possa-se analisar o estágio atual e acompanhar futuros desenvolvimentos sobre o tema.</p>
<p><strong>Evolução dos modelos</strong></p>
<p>Um artigo de Leonhard Euler, no século XVIII, é definido como o ponto inicial da teoria dos grafos, analisando o problema das sete pontes de Königsberg (1). O problema era criar um caminho que passasse pelas sete pontes sem repetir nenhuma delas.</p>
<p>Sucintamente e sem a intensão de apresentar uma definição acadêmica, no contexto da matemática, um grafo é um conjunto de vértices e um conjunto de arestas que conectam pares de vértices.</p>
<p>Quem tem formação em engenharia elétrica ou eletrônica deve lembrar-se, por exemplo, das leis de Kirchhoff para circuitos elétricos (2), cálculo de voltagem e corrente, que são uma aplicação prática da teoria dos grafos.</p>
<p>Colocada a perspectiva da matemática sobre a definição de um grafo, em paralelo, cabe a exposição da definição na visão das ciências sociais que, segundo Izquierdo e Hanneman (3), uma rede (grafo orientado) é um conjunto de atores (ou agentes, nós, nodos, pontos ou vértices) que podem ter relacionamentos (ou conexões, arestas, vínculos ou ligações) uns com os outros. As redes podem ter muitos ou poucos atores e vários tipos de relacionamento entre os pares de atores. No estudo das redes sociais o foco é nas relações e não nos atributos dos atores.</p>
<p>Como observado no parágrafo anterior, para um mesmo objeto existem várias possibilidades de nomenclatura, o que não facilita muito a assimilação dos conceitos por leigos que se iniciam na aventura de entender o funcionamento das redes. Estas nomenclaturas derivam da “origem e do foco” da análise, se é efetuada por um matemático, um sociólogo, um geógrafo, um biólogo, um físico ou engenheiro, entre outros.</p>
<p>No entanto a base teórica é a da teoria dos grafos. Houve a evolução dos modelos e foram inseridos conceitos transdisciplinares para a análise de diferentes fenômenos em diferentes áreas da ciência.</p>
<p>Em 1958 e anos seguintes, Alfred Rényi e Paul Erdös (4), em uma série de artigos, definiram o modelo de grafos aleatórios. Inicialmente, todos os nós teriam a mesma probabilidade de receber uma conexão, todos os nós teriam aproximadamente o mesmo números de conexões, e os nós conectar-se-iam aleatoriamente e as redes seriam igualitárias.</p>
<p>Um ponto interessante na evolução do estudo dos grafos aleatórios (redes aleatórias &gt; mundos pequenos &gt; redes sem escala&gt; redes complexas: Stanley Milgram, Mark Granovetter, Bollábas, Watts e Strogatz, Barabási e Albert, Boccaletti e Latora e Moreno), é a característica de que em certos pontos de transição crítica emergem certas propriedades. Isto é, uma certa propriedade emerge numa escala temporal muito mais rápida do que a totalidade do processo de desenvolvimento do grafo (5). Esta característica pode, por exemplo, explicar o sucesso rápido de certos sites da Internet.</p>
<p>Outra característica é a do conceito de “mundo pequeno” (small world) e graus de separação, e também a utilização dos conceitos de laços fracos (weak ties) e laços fortes (strong ties) onde se coloca que a manutenção dos laços fracos é mais importante para manter a rede social do que a preocupação com os laços fortes. Dentro dos estudos sobre “mundo pequeno” o trabalho sobre redes complexas de Watts e Strogatz, de 1998, é um “clássico” da área, assim como o é também o trabalho de Stanley Milgram, de 1960, sobre small world e sua abordagem quantitativa que gerou posteriormente a frase: “seis graus de separação”; que indica a “separação” (distância) entre quaisquer duas pessoas nos Estados Unidos da América (6) (7).</p>
<p>Um artigo, de 1999, de Albert-László Barabási e Réka Albert apresentou o conceito de redes aleatórias sem escala onde o grau de conectividade dos nós (vértices) apresenta uma distribuição que segue a lei de potência (8), baseado nos princípios do crescimento contínuo da rede pela adição de novos nós e da característica do tipo da adição (conexão) que é preferencialmente efetuada em nós já bem conectados (9).</p>
<p>Para Barabási há uma ordem dinâmica de estruturação das redes; as redes não seriam igualitárias, ao contrário, alguns nós seriam altamente conectados enquanto outros teriam poucas conexões; os nós “ricos” seriam os hubs e tenderiam a receber mais conexões (lei do “rich get richer”, isto é, “o rico fica mais rico”) (10).</p>
<p>Ainda na linha de crescimento contínuo da rede e de posteriores desenvolvimentos existem diversos modelos que não serão apresentados aqui para não desviar do escopo deste artigo que é o de ter um discurso genérico e básico, não obstante no rodapé (11) encontram-se mais alguns modelos e estudos para quem tiver interesse em se aprofundar.</p>
<p><strong>Próximo artigo (parte 2) será sobre: Propriedades básicas das redes (sociais)</strong></p>
<p><strong>Referências:</strong></p>
<p>1)    Pontes de Konigsberg em wikipedia: &lt;http://pt.wikipedia.org/wiki/Sete_pontes_de_Königsberg&gt;<br />
2)    Leis de Kirchhoff em Wikipédia: &lt;http://en.wikipedia.org/wiki/Kirchhoff&#8217;s_circuit_laws&gt;<br />
3)    Izquierdo e Hanneman: &lt;http://faculty.ucr.edu/~hanneman/mathematica_networks.pdf&gt;<br />
4)    Erdös e Rényi (texto de análise matemática, 1958) disponível em:<br />
&lt;http://www.renyi.hu/~p_erdos/1959-11.pdf&gt;<br />
5)    Rosa, Antônio Machuco. Elementos para uma teoria geral de rede, página.10. Disponível em: &lt;http://www.cecl.com.pt/redes/pdf/amr.pdf&gt;. Mais artigos deste autor disponíveis em: &lt;http://paginas.ulusofona.pt/p138/publi.htm&gt;.<br />
6)    Kleinberg, Jon. The Small-World Phenomenon: an algorithm perspective. Disponível em: &lt;http://www.cs.cornell.edu/home/kleinber/swn.pdf&gt;.<br />
7)    Watts, Ducan J. Six Degrees: the science of a connected age. ISBN 978-0-393-32542-3.<br />
8)    Lei de Potência em Wikipedia: http://en.wikipedia.org/wiki/Power_law<br />
9)    Barabási-Albert. Emergence of Scaling in random Networks. Disponível em: http://www.nd.edu/~networks/Publication%20Categories/03%20Journal%20Articles/Physics/EmergenceRandom_Science%20286,%20509-512%20(1999).pdf<br />
10)    Barabási. Em: http://www.barabasilab.com/LinkedBook/chapters/7Ch_TheRichGetRicher.pdf<br />
11)    Modelos: Dorogovtsev-Mendes, Zhou-Mondragón. E, estudos: de Pastor-Satorras sobre propriedades dinâmicas e as correlações de vizinhança da internet; de Maslov, Sneppen e Zaliznyak de análise de padrões topológicos de redes complexas de grande porte, de S.Boccaletti e V. Latorra e Y. Moreno e M.Chavez e D. Hwang sobre Complex Networks: Structure and Dynamics.</p>
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		<title>Redes Sociais e Desenvolvimento de Negócios</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Feb 2010 16:46:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marioferreira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há algum tempo, tento equacionar uma correlação pragmática e fundamentada em modelos matemáticos entre as redes sociais e desenvolvimento de negócios para atender o projeto Rede de Negócios/Empreendedores, cujo projeto é o objetivo principal deste blog. Até hoje não consegui uma modelagem que me satisfizesse, nem perto disso. No entanto vários pontos interessantes, ao longo desta pesquisa, fizeram-se claros e creio que cabem ser compartilhados com quem possa estar desenvolvendo pesquisa semelhante, ou mesmo com quem tenha algum interesse neste assunto de redes sociais e sua influência no ambiente de negócios. <a href="http://empreendedorglobal.wordpress.com/2010/02/15/redes-sociais-e-negocios/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=empreendedorglobal.wordpress.com&amp;blog=7196949&amp;post=473&amp;subd=empreendedorglobal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Introdução</strong></p>
<p>Há algum tempo, tento equacionar uma correlação pragmática e fundamentada em modelos matemáticos entre as redes sociais e desenvolvimento de negócios para atender o projeto Rede de Negócios/Empreendedores, cujo projeto é o objetivo principal deste blog.</p>
<p>Até hoje não consegui uma modelagem que me satisfizesse, nem perto disso. No entanto vários pontos interessantes, ao longo desta pesquisa, fizeram-se claros e creio que cabem ser compartilhados com quem possa estar desenvolvendo pesquisa semelhante, ou mesmo com quem tenha algum interesse neste assunto de redes sociais e sua influência no ambiente de negócios.</p>
<p><span id="more-473"></span></p>
<p>Intuitivamente, há anos, também, é claro para mim de que o usufruto da interação nas redes sociais é vantajoso para pequenos e médios empreendedores. Só falta provar essa visão, matematicamente&#8230;</p>
<p>Nos próximos artigos, vou procurar resumir algumas perspectivas ainda em maturação sobre as redes sociais, a sua possível influência nos ambientes de negócios e não só em negócios, e apresentar algumas propriedades das redes e de sua relação com estudos de comércio internacional.</p>
<p><strong>As redes sociais</strong></p>
<p>O tipo de rede social referida para empreendedores não é para ser desenhada nos moldes de um Orkut ou um Facebook (redes sociais de amplo espectro e genéricas), embora compartilhe de várias propriedades estruturais semelhantes.</p>
<p>A visão seria mais tendenciosa para ter atributos semelhantes aos da rede Linkedin ou Ning. Na rede Linkedin o foco é em conexões profissionais e em grupos organizados, dentro da rede, por assuntos de interesse comum e específico. Ou seja, temos uma rede alargada abrangendo diversos segmentos (indústrias) e níveis profissionais, e simultaneamente temos diversas dimensões onde se discutem assuntos individualizados e focados num tema específico e restrito. No caso do Ning, na inscrição já se define em qual grupo, de um tema específico, se participará.</p>
<p>As vantagens, para os pequenos empreendedores, seriam a comunicação e a exposição de seus produtos e serviços por um custo baixo. Também, haveria um incremento geométrico na probabilidade de, por meios destes contatos já direcionados (com mesmo foco de interesses), surgirem contatos de negócios. Além de, numa estrutura destas, criar uma blindagem ou um amortecimento à influência de crises econômicas/financeiras externas ao ambiente de negócios dos pequenos empreendedores.</p>
<p>Com relação à última colocação, cabe um esclarecimento de como essa blindagem poderia funcionar. Fazendo uma analogia com a rede de comunicação física (a internet) existem estudos sobre caminhos críticos ou alternativos. Caso haja falha de comunicação em alguns nós da rede imediatamente caminhos alternativos são definidos, seria um princípio equivalente. Outro exemplo de analogia seria a rede de energia elétrica que em caso de falha de um circuito, existem circuitos alternativos automaticamente acionados para atender a demanda de uma região. Assim, a rede de empreendedores também teria seus circuitos alternativos de contatos e de demanda de seus produtos e serviços.</p>
<p>A par da perspectiva de negócios existe uma outra visão estratégica fundamental e que é importante sublinhar. Com a expansão da internet vários paradigmas sobre a informação, seu valor e sua contextualização, estão a mudar. Já não é tão fácil passar informação inverídica ou condicionar as massas a um modelo imposto de políticas ou a direcionamentos sociais e econômicos. A informação flui livremente e rapidamente pela rede, o que demanda transparência e fidedignidade ao divulgar informação, pois instantaneamente essa informação é verificada, endossada ou criticada por milhares ou milhões de usuários da rede. Esta visão é corroborada pela sentença de Gilles Lipovetsky, sociólogo e filósofo francês: “A rede favorece uma sociedade descentralizada, mais autônoma e democrática, contrária à massificação.”</p>
<p>O contraponto ao parágrafo anterior poderia ser a capacidade analítica individual de avaliar a informação e ponderar sobre sua origem e seus fundamentos. Para que haja esse discernimento com base, é necessário conhecimento. Esta é outra função da rede de empreendedores, disponibilizar uma ampla base de conhecimento de modo a permitir não só uma visão abrangente do ambiente que envolve os pequenos empreendedores, como também divulgar costumes, culturas, práticas e metodologias que facilitem sua interação no mercado global e local.</p>
<p>Outro ponto importante é a localização. Cada vez mais a localização é delegada para segundo plano de importância, no contexto da globalização. Já é comum grupo de trabalho de empresas multinacionais ter, na composição da equipe, elementos que estão localizados em diversos pontos globo. Também já é prática corrente a produção globalizada (exemplo: indústria automotiva). E, também, já é comum a prestação de serviços de <em>call centres</em> (centros de atendimento telefônico) localizados fisicamente em um país (explo: Índia) atenderem clientes em outros países.</p>
<p>Como corolário da afirmativa anterior, acredito que a definição marshalliana de arranjos produtivos locais (APLs ou <em>Clusters</em> em inglês) irá enveredar para uma nova linha de definição de “clusters virtuais”, isto é, que como aglomerados de empresas com a mesma dinâmica econômica não necessitarão ter como premissa a proximidade física nem uma forte relação com os agentes locais. É aqui que a nova economia e a evolução das redes sociais terão um de seus pontos de influência.</p>
<p><strong>Relação redes sociais e o desenvolvimento de negócios</strong></p>
<p>As reflexões abaixo tiveram como base um artigo da AT&amp;T cujo título é “<em>The Business Impacts of Social Networking</em>” (1).</p>
<p><em>Algumas premissas sobre as redes sociais antes de discorrer sobre a sua influência nos negócios:</em></p>
<ul>
<li>As ferramentas disponíveis aumentaram largamente as conexões ativas entre as pessoas. No entanto existem estudos, entre eles, o número de <em>Dunbar</em> que estipula como  limite humano a ter em torno de 148 conexões (relacionamentos) estáveis. Será que ainda se pode considerar esta limitação para os nativos digitais e com as novas tecnologias?</li>
<li>Na rede é possível virtualmente em seis passos entrar em contato com qualquer pessoa que esteja conectada na rede. Isto é, a pessoa que conhece um terceiro que conhece um outro que &#8230;que pode colocar você em contato com quem você quer.</li>
<li> As ligações mais fracas (na rede) criam mais valor do que as ligações fortes. Isto é, conclui que é mais fácil desenvolver negócios com criação de valor com pessoas que não tenha fortes laços de conexão (relacionamento).</li>
<li> <em>Long Tail </em>(cauda comprida). Em vez de focar em campanhas para atingir uma massa específica potenciais clientes com um produto popular, existe um mercado similar para vários produtos que atendem diversos nichos de mercado. Este é um dos novos conceitos da nova economia.</li>
<li> Os nativos digitais, isto é, quem já nasceu com a internet, celulares, e toda uma tecnologia ubíqua disponível. O efeito que essa geração trará ao mercado, aos costumes, necessidades e aspirações futuras ainda está em fase de formação e evolução.</li>
</ul>
<p><em>Como as empresas irão mudar, se quiserem sobreviver nesta nova economia e com a influência das redes sociais?</em></p>
<ul>
<li>Têm que mudar sua forma de se comunicar, irão utilizar multimídia, ter uma presença na rede e exercitar a interatividade. Iniciarão pela presença na rede, desenvolverão a interatividade, haverá um envolvimento de todos os interessados (<em>stakeholders</em>) nas ações e resultados da empresa e ela tenderá a um comportamento (ações e responsabilidade) comum e sustentável no longo prazo.</li>
<li>As empresas mudarão a sua visão, mudarão a sua organização e desenvolverão a inteligência coletiva com participação dos colaboradores, clientes e fornecedores.</li>
<li>O relacionamento em rede será um fator chave para a excelência dos colaboradores pois será uma fonte de informação para aprimorar o conhecimento e capacidades. A mobilidade funcional incrementará e as motivações e carreira funcional serão adaptadas à nova realidade.</li>
<li>Os sistemas e as telecomunicações sofrerão mutações e a adaptação a essas alterações será diferente de empresa para empresa.</li>
<li>As redes sociais poderão incrementar o lucro.</li>
</ul>
<p><em>Quais são os desafios associados a essas transformações no contexto das empresas?</em></p>
<ul>
<li>Um novo conceito de retorno sobre investimento (ROI) deverá ser aplicado. A mudança será mais sociológica com visão para a Web 2.0, que é a “rede” das redes sociais, do espírito colaborativo e comunitário e do desenvolvimento de inteligência coletiva (orkut, facebook, youtube, flickr, blogs, twitter, Wikis, etc.).</li>
<li>Nova perspectiva do que é a segurança e de como implementá-la sem prejudicar as interações intra e inter empresa.</li>
<li>Propriedade intelectual será outro ponto crítico. A partir do momento que se desenvolve inteligência colaborativa, como, de quem e o quê deverá ser regido pela legislação de direitos e de propriedade intelectual.</li>
<li>A adoção das novas filosofias, tecnologia e visão pelos colaboradores. Existe uma inércia e resistência ao novo (à mudança) natural ao ser humano, pois essa mudança trás insegurança e instabilidade.</li>
<li>Capacidades de armazenamento e localização da informação terão novas configurações, dimensionamentos e estratégias.</li>
<li>A inter-operação com o incremento das ações colaborativas entre as empresas, clientes e fornecedores induzirá à criação de um volume maior de processos e troca de mensagens e informação que deverão permitir e obedecer a políticas de autenticação sem que se altere os níveis de segurança das comunicações internas e externas das empresas.</li>
<li>Velocidade será um fator chave. No caso do artigo da At&amp;T, a referência é em relação ao tempo de desenvolvimento de uma aplicação e seu estágio de maturação. No entanto, alargando o espectro, o desenvolvimento de qualquer produto ou serviço, assim como a atualização das ferramentas que as empresas utilizarão para desenvolver os seus negócios terão que ser atualizados (as) em tempos recordes, o que leva à necessidade de redesenhar os processos de avaliação de risco e assim como o desenvolvimento dos novos produtos.</li>
<li>O aumento da mobilidade no trabalho será um desafio para empresas no que respeita a manter o capital intelectual na empresa.</li>
<li>Como capturar valor com a adoção de redes sociais será um desafio. O frágil equilíbrio entre gerenciar as atividades e interações para captura de valor e não extrapolar os limites para não entrar no campo da invasão de privacidade e do monitoramento/escuta (explo: &#8220;<em>Big Brother&#8221;</em>) será outro ponto crítico.</li>
</ul>
<p><strong>Na sequência</strong></p>
<p>No próximo artigo trataremos de algumas propriedades das redes sociais como: centralidade, densidade, caminho mais curto, alguns modelos de redes de crescimento contínuo, “<em>small worlds</em>”, redes sem escala, etc.</p>
<p>E no terceiro artigo procuraremos discorrer um pouco sobre o comércio internacional na perspectiva do modelo ricardiano e de outros, da nova economia, que levam em consideração as barreiras geográficas (naturais e artificiais).</p>
<p>_______________________________________________</p>
<p>(1) – Disponível em: http://blog.earlystrategies.com/wp-content/uploads/2010/02/WP-soc_17172_V02_10-16.pdf</p>
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		<title>Vantagem Competitiva</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 18:41:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O que acredito que é a maior vantagem competitiva de qualquer empresa é a combinação de conhecimento, de inteligência – nas suas diversas formas e perspectivas – e de experiência (adquirida de modo próprio ou estudada). <a href="http://empreendedorglobal.wordpress.com/2009/12/23/vantagem-competitiva/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=empreendedorglobal.wordpress.com&amp;blog=7196949&amp;post=466&amp;subd=empreendedorglobal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem tem acompanhado alguns artigos, deve ter reparado que sou um pouco avesso a definições muito “acadêmicas” ou a afirmações incisivas sobre o “certo e o errado” no que respeita a processos, metodologias e teorias ligadas à administração de negócios.</p>
<p>Primeiramente, não acredito em “receitas prontas” e em segundo lugar, com a dinâmica atual do ambiente de negócios, definir as “melhores práticas”, creio, no mínimo, ser uma pretensão aquém das possibilidades de qualquer um, por mais preparado que seja.<br />
<span id="more-466"></span><br />
O que tenho procurado passar são conceitos básicos que, em princípio, independeriam do tempo e espaço. Inclusive, em vários desses conceitos &#8211; como o de estratégia &#8211; não apresentei uma definição pragmática e, sim, um conjunto de processos que formam o que se poderia chamar de o processo de estratégia.</p>
<p>Em cima desta linha de raciocínio, o que acredito que é a maior vantagem competitiva de qualquer empresa é a combinação de conhecimento, de inteligência – nas suas diversas formas e perspectivas – e de experiência (adquirida de modo próprio ou estudada).</p>
<p>Essa combinação permite o desenvolvimento constante do espírito empreendedor e inovador que deve ser o Norte de qualquer empreendimento e de seus gestores, seja no seu estágio inicial seja no seu estágio consolidado.</p>
<p>O conhecimento fornece os fundamentos para a análise da viabilidade de novos insights, além de ser uma fonte geradora destes. A Inteligência permite não só facilitar a condução dos negócios, como avaliar o factível e as prioridades, o como lidar com as pessoas e as emoções, ponderar sobre o tangível e o intangível, desenvolver a sensibilidade para analisar tendências, entre outros pontos fundamentais. E a experiência é uma referência para o aprimoramento e, também, uma segurança, pela análise e comparação dos bons e maus resultados de ações já praticadas.</p>
<p>O conhecimento, a que me refiro, não é na perspectiva de ter que se estar sempre atualizado com tudo e com qualquer “<em>best-seller</em>” que é proposto pela mídia.</p>
<p>Mas é, sim, um arcabouço de referências, conceitos e práticas que estão, primeiro, alicerças no bom senso e pragmaticamente confirmadas como vantajosas – a sua utilização – e, segundo, que estejam embasadas em estudos disponíveis para que possamos analisar sua profundidade e utilidade.</p>
<p>Cabe aqui uma ressalva. Uma leitura rápida do parágrafo anterior pode transparecer, para quem não acompanha os meus artigos, uma visão restrita do que pode, ou não, ser utilizado como práticas de administração. Não é o caso.</p>
<p>O enfoque, na realidade, é contra os modismos e sucesso rápidos e espontâneos que aparecem como a solução para todos os problemas e que rapidamente são adotados.</p>
<p>Um exemplo disso foi a reengenharia na década de oitenta.</p>
<p>Outro exemplo foi o <em>downsizing</em> na tecnologia, a troca de grandes computadores por minicomputadores e redes de microcomputadores.</p>
<p>Um último exemplo pode ser a terceirização, que é pratica corrente das grandes empresas para diminuir custos, quando na realidade o que está acontecendo é só a mudança do centro de custo para outra empresa e é o achatamento dos salários de quem trabalha nessas terceirizadas, isto, quando não é uma cooperativa para driblar os impostos sociais que na realidade quem sai prejudicado, mais uma vez, é o colaborador.</p>
<p>Na realidade, eu sou um adepto do questionamento e da quebra de paradigmas, mas de modo inteligente, responsável e embasado.</p>
<p>Uma referência que sempre utilizo e releio, quando possível, é Peter Drucker. Pode ser observado, em seus últimos livros, que Drucker não oferece nenhuma receita milagrosa nem é incisivo em suas colocações. A sua experiência e a sua escrita mostram um texto discursivo profundo mas ao mesmo tempo leve, onde expõe seus pensamentos e análises de uma forma como se fosse uma conversa. No entanto, os ensinamentos contidos são impares.</p>
<p>Quanto à inteligência, como tinha referido, ela tem diversas formas e perspectivas. Por exemplo, a inteligência competitiva, onde se estuda o mercado, a competição, as tendências, entre outros pontos. Pode ser a inteligência emocional, onde a perspectiva é direcionada aos recursos humanos. Recentemente, li uma artigo que comentava sobre a inteligência social, cuja análise é de como as redes sociais interagem ou interagirão com o mundo dos negócios e qual será sua influência.</p>
<p>A experiência embasa todos os pontos anteriores pois permite a reflexão sobre o realizável em contraposição ao irrealizável, evita a repetição de erros básicos, sedimenta as tomadas de decisão, aumenta a “elasticidade” mental na análise de cenários de uma equipe, porque o arcabouço de informação acumulado é maior em relação ao de uma equipe com pouca experiência.</p>
<p>O contraponto deste argumento é se a experiência for estática ou aversa às mudanças. Neste caso ela mais prejudica do que ajuda. Inclusive este balanceamento, entre experiência e resistência às mudanças, é crítico. É aqui que a diferenciação entre o profissional experiente e empreendedor e o de um profissional experiente acomodado podem definir a vantagem competitiva de uma organização.</p>
<p>Portanto, definir a vantagem competitiva de uma empresa, ou de um produto, baseada somente em preço ou tecnologia ou serviço ou valor para o cliente , acredito que é minimizar o potencial da organização, como um todo, e reduzir a análise a um universo cartesiano que não existe.</p>
<p style="text-align:right;"><em>“Os analfabetos do século XXI não são aqueles que não sabem ler ou escrever, mas aqueles que se recusam a aprender, reaprender e voltar a aprender.”</em></p>
<p style="text-align:right;">Alvin Tofler</p>
<p style="text-align:right;">
<p style="text-align:left;">
<br /> Tagged: análise, conhecimento, experiência, gestão da mudança, gestão de pessoas, inteligência, Peter Drucker, vantagem competitiva <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/empreendedorglobal.wordpress.com/466/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/empreendedorglobal.wordpress.com/466/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/empreendedorglobal.wordpress.com/466/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/empreendedorglobal.wordpress.com/466/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/empreendedorglobal.wordpress.com/466/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/empreendedorglobal.wordpress.com/466/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/empreendedorglobal.wordpress.com/466/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/empreendedorglobal.wordpress.com/466/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/empreendedorglobal.wordpress.com/466/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/empreendedorglobal.wordpress.com/466/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/empreendedorglobal.wordpress.com/466/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/empreendedorglobal.wordpress.com/466/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/empreendedorglobal.wordpress.com/466/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/empreendedorglobal.wordpress.com/466/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=empreendedorglobal.wordpress.com&amp;blog=7196949&amp;post=466&amp;subd=empreendedorglobal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>O Marketing Mix &#8211; 4 Ps de Kotler</title>
		<link>http://empreendedorglobal.wordpress.com/2009/12/21/o-marketing-mix/</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 17:45:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marioferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Globalização]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing e Vendas]]></category>
		<category><![CDATA[4 Ps de Kotler]]></category>
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		<description><![CDATA[Outro conceito básico que é fundamental relembrar, é o Marketing Mix ou os “4 Ps” de Kotler.
Será que são só 4? Ou serão 5? Ou serão mais?
No último artigo comentamos sobre as “5 forças” de Porter. Na realidade já existe a discussão se não seria interessante adicionar uma sexta força que seria chamada de “Governo”. <a href="http://empreendedorglobal.wordpress.com/2009/12/21/o-marketing-mix/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=empreendedorglobal.wordpress.com&amp;blog=7196949&amp;post=462&amp;subd=empreendedorglobal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Marketing Mix – 4 Ps de Kotler</p>
<p>Outro conceito básico que é fundamental relembrar, é o Marketing Mix ou os “4 Ps” de Kotler.</p>
<p>Será que são só 4? Ou serão 5? Ou serão mais?</p>
<p>No último artigo comentamos sobre as “5 forças” de Porter. Na realidade já existe a discussão se não seria interessante adicionar uma sexta força que seria chamada de “Governo”.<br />
<span id="more-462"></span><br />
Existe uma perspectiva que defende que o “Governo”, a sexta força, tem um papel ativo no comportamento do mercado, assim como, dependendo da sua atuação e políticas, pode influenciar o desenvolvimento, ou não, das outras forças, também.</p>
<p>No caso do Marketing Mix ocorre a mesma situação e, no final deste texto, iremos discutir, mais um “P” que está sendo sugerido.</p>
<p>Independentemente do número de “Ps”, Peter Drucker, o pai da Administração Moderna, definiu, com a habitual maestria, qual o objetivo do marketing:</p>
<p><em>“ O objetivo do marketing é tornar a venda supérflua, conhecendo e entendendo tão bem o consumidor que o produto se molde e se venda por si mesmo.”</em></p>
<p>E, para terminar esta introdução, mais uma frase genial do pai da Administração Moderna, relacionada com marketing:</p>
<p style="text-align:left;"><em>“Porque o propósito do negócio é criar e manter clientes, o negócio de uma empresa tem duas e somente duas funções básicas: marketing e inovação. Marketing e inovação produzem resultados; todo o resto é custo. Marketing é a distinta e única função do negócio.”</em></p>
<p>Os 4 “Ps” sugeridos por Philip Kotler são: Product (Produto); Price (Preço); Promotion (Promoção) e Place (Distribuição).</p>
<p><strong>Produto</strong></p>
<p>Produto é o produto físico ou serviço oferecido aos consumidores. No caso de produto físico, também se refere aos serviços e conveniências que fazem parte da oferta. Nesta análise, aspectos como função, aparência, design, embalagem, serviço, garantia, entre outros, são objetos de estudo.</p>
<p>Ainda dentro deste ponto, é desenvolvida a análise em profundidade dos níveis de produto, como por exemplo o núcleo do produto – produto básico &#8211; (benefícios), o produto em si – o produto real &#8211; (qualidade, cor, marca, estilo, etc.) e o produto aumentado – produto ampliado &#8211; (garantia, entrega, serviços, instalação, financeiro, pós-venda, etc.).</p>
<p>Também é estudado o ciclo de vida do produto: introdução, crescimento, maturidade, declínio e retirada do mercado.</p>
<p>Outra perspectiva e de estudo conjunto é a análise do ciclo de vida do consumidor. O consumidor alvo também tem seu ciclo (estudante, formado, inicio de carreira, carro, casa, empréstimos, família, poupança, seguros, aposentadoria, pensão, etc.).</p>
<p style="text-align:left;">É importante o cruzamento desta análise com outras sobre o produto, porque viabiliza potencializar ações para determinados nichos e/ou definir uma atomicidade na análise dos números.</p>
<p>A Matriz BCG – Boston Consulting Group – também é uma ferramenta interessante para analisar, por exemplo, se são necessários investimentos para aumentar a participação no mercado ou, se ao contrário, o fluxo de caixa de um referido produto é suficiente para incrementar a alavancagem de outros produtos.</p>
<p>A Matriz McKinsey também é interessante para verificar a participação de cada produto no mercado e a competitividade versus a atratividade do mercado.</p>
<p><strong>Preço</strong></p>
<p>Existem várias estratégias para a definição de preço, as quais dependem do segmento de mercado a atingir, do perfil dos consumidores, do ambiente de negócios, aspectos culturais, da competição, entre outros fatores.</p>
<p>Entre as várias possibilidades de análise, uma delas, para iniciar,  pode ser responder às seguintes perguntas:</p>
<ul>
<li>É baseado em valor?</li>
<li>Considera competidores, consumidores e custos?</li>
<li>É justo e igualitário para todos os consumidores?</li>
<li>É exeqüível?</li>
<li>É mensurável e controlável (controle de custos e de margens)?</li>
<li>É “repetível”, isto é, os custos e as margens podem ser repetidas, no tempo?</li>
<li>Está interligado com os outros processos do negócio?</li>
<li>Maximiza a lucratividade?</li>
</ul>
<p style="text-align:left;">Uma estratégia completamente diferente da formação de preços usual, é a que é definida na estratégia Oceano Azul e referida em um artigo anterior em “<a href="http://empreendedorglobal.wordpress.com/2009/06/13/estrategiaoceanoazul04/" target="_blank"><em>Estratégia Oceano Azul – Blue Ocean Strategy – Parte 4</em></a>”.</p>
<p><strong>Promoção</strong></p>
<p>A promoção está relacionada com o processo de comunicação e de venda aos clientes potenciais. Como, geralmente, campanhas ou processos de promoção estão relacionadas com custos elevados, é interessante fazer uma análise de ponto de equilíbrio, para verificar se a estratégia, em análise, terá um custo que seja compatível com os consumidores adicionais que trará. Isto é, se o aumento da clientela e do benefício serão maiores do que o custo da promoção. A promoção envolve propaganda e publicidade, relações públicas, diferentes tipos de mídias, feiras e eventos, patrocínios, entre outros pontos.</p>
<p><strong>Distribuição (Place)</strong></p>
<p>O objetivo do estudo, aqui, é o de analisar como o produto ou serviço será vendido e como chegará ao consumidor. Normalmente está associado aos canais de distribuição. Os sistemas de distribuição podem ser transacionais, logísticos ou facilitadores. A análise da distribuição envolve estudos de cobertura (áreas de atuação, abrangência), seleção dos tipos e características dos canais, a logística, elementos de motivação para os canais e os níveis de serviço que cada elemento da cadeia deverá oferecer e estar em conformidade.</p>
<p><strong>Outros possíveis “Ps”</strong></p>
<p>Existem várias outras visões que já foram sugeridas mas, vou-me ater a só mais um “P” que acho que é relevante para os dias de hoje.</p>
<p><strong>Pessoas</strong></p>
<p>Na perspectiva apresentada, o foco é na atuação e decisão das pessoas. Por exemplo, como os colaboradores devem se comportar na frente dos consumidores? Nesta visão a analise é comportamental no que respeita às funções das pessoas, sua aparência, suas atitudes frente ao relacionamento com os consumidores. O objetivo é maximizar a experiência dos clientes quando estão em contato com os colaboradores da organização, isto é, definir níveis de atendimento e aprimoramento das qualidades e especialidades dos colaboradores para criar um impacto com os clientes e uma diferenciação com a competição.</p>
<p>E, para terminar, eu gostaria de acrescentar mais uma visão relacionada com pessoas.</p>
<p>A realidade do ambiente de negócios está em uma transformação acelerada, onde vários fatores, isto é, novas variáveis estão atuando acintosamente nessa transformação.</p>
<p>Uma delas é o conceito de redes. Existe, hoje, uma proliferação de estudos sobre os efeitos que as redes estão provocando nos ambientes de negócios, na economia e nas questões sociais.</p>
<p>A mudança de perspectiva de que “o consumidor pode escolher o carro na cor que quiser, desde que seja na cor preta” (FORD) há muito já não procede. No entanto, o oposto criou vários livros com títulos similares a “o cliente é o rei” ou “o cliente tem sempre razão”. Nenhuma das assertivas é valida. Quanto à última, tudo neste mundo é relativo e depende do contexto onde e como é praticado, e para quem é dito.</p>
<p>Vários conceitos estão mudando e um deles pode vir a ser: “qualquer produto “de qualquer cor” será vendável, desde que seja endossado e referido pela rede social do mercado nicho a ser atingido”.</p>
<br /> Tagged: 4 Ps de Kotler, 5 forças Porter, ciclo de vida do consumidor, ciclo de vida do produto, Cinco Forças de Porter, cliente, consumidor, distribuição, estrategia oceano azul, marketing, marketing mix, objetivo do marketing, Peter Drucker, philip kotler, place, Porter, preço, produto, promoção <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/empreendedorglobal.wordpress.com/462/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/empreendedorglobal.wordpress.com/462/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/empreendedorglobal.wordpress.com/462/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/empreendedorglobal.wordpress.com/462/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/empreendedorglobal.wordpress.com/462/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/empreendedorglobal.wordpress.com/462/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/empreendedorglobal.wordpress.com/462/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/empreendedorglobal.wordpress.com/462/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/empreendedorglobal.wordpress.com/462/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/empreendedorglobal.wordpress.com/462/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/empreendedorglobal.wordpress.com/462/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/empreendedorglobal.wordpress.com/462/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/empreendedorglobal.wordpress.com/462/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/empreendedorglobal.wordpress.com/462/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=empreendedorglobal.wordpress.com&amp;blog=7196949&amp;post=462&amp;subd=empreendedorglobal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>As 5 Forças de Porter</title>
		<link>http://empreendedorglobal.wordpress.com/2009/12/13/as-5-forcas-de-porter/</link>
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		<pubDate>Sun, 13 Dec 2009 20:33:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marioferreira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Mercado e a rivalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento estratégico]]></category>
		<category><![CDATA[Porter]]></category>

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		<description><![CDATA[O modelo de análise das 5 Forças de Porter publicado em 1979 na Harvard Business Review é utilizado até hoje em análises de mercado, tanto para determinar a atratividade (valor) desse mercado, como para se obter informações para fundamentar um planejamento estratégico de lançamento de um novo produto ou serviço, ou para um reposicionamento no mercado. <a href="http://empreendedorglobal.wordpress.com/2009/12/13/as-5-forcas-de-porter/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=empreendedorglobal.wordpress.com&amp;blog=7196949&amp;post=455&amp;subd=empreendedorglobal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>As 5 Forças de Porter</strong></p>
<p>O modelo de análise das 5 Forças de Porter publicado em 1979 na Harvard Business Review é utilizado até hoje em análises de mercado, tanto para determinar a atratividade (valor) desse mercado, como para se obter informações para fundamentar um planejamento estratégico de lançamento de um novo produto ou serviço, ou para um reposicionamento no mercado.</p>
<p>Embora o ambiente de negócios, hoje, seja muito mais sofisticado do que há 30 anos, quando do lançamento do artigo, os princípios básicos do modelo continuam válidos e permitem uma análise rápida e simples do ambiente de competição, sem a necessidade de se ser um especialista em planejamento estratégico, para se fazer essa análise.</p>
<p><span id="more-455"></span></p>
<p><a href="http://empreendedorglobal.files.wordpress.com/2009/12/5forcesporter.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-454" title="5FORCESPORTER" src="http://empreendedorglobal.files.wordpress.com/2009/12/5forcesporter.jpg?w=300&#038;h=300" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
<p>Segundo o modelo de Porter, as forças que influenciam as estratégias do negócio são:</p>
<p><strong>Ameaças a Novos Entrantes</strong>. Isto é, as ameaças relacionadas com a possibilidade e a viabilidade da entrada de novos competidores no mercado, ou seja, as <strong>Barreiras de Entrada</strong>. A perspectiva de análise desta força é a de avaliar a possibilidade de terceiros entrarem no mercado. Por exemplo, a necessidade de ter economia de escala para entrar no mercado ou proteção à tecnologia ou taxas ou cotas de importação.</p>
<p><strong>Fornecedores</strong>. O poder de barganha dos fornecedores. Um exemplo, seria quando existem poucos fornecedores que atendem um mercado, o que na prática lhes possibilita ter um maior controle sobre os preços praticados, podem desenvolver carteis, ou mesmo restringir a possibilidade de escolha de fornecedores e negociação de melhores condições de fornecimento, com isso o poder de barganha dos fornecedores aumenta.</p>
<p><strong>Clientes</strong>. O poder de barganha dos clientes. Aqui a perspectiva é do lado do cliente, o quanto é fácil, para o cliente, trocar de fornecedor ou barganhar o preço e condições de fornecimento. Se no mercado existirem muitos produtos ou serviços atendendo o mesmo nicho de mercado, com certeza será fácil para o cliente trocar de fornecedor. Outro exemplo seria o caso inverso, existem poucos clientes que compram nesse nicho de mercado, e se você perder esse cliente, para quem irá vender, se os outros clientes já estiverem bem atendidos?</p>
<p><strong>Produtos ou Serviços substitutos</strong>. A existência de produtos ou serviços substitutos. A possibilidade de os clientes terem suas necessidades atendidas por produtos ou serviços similares ou que ao final o resultado seja o mesmo, é um fator a considerar. Por exemplo, um fabricante de um software que automatiza um processo de um cliente. Se esse software extrapolar o preço ou condições de sua utilização, o cliente pode mudar o controle do processo produtivo para manual, ou  terceirizar esse controle de modo que envolva, inclusive, o sistema informatizado.</p>
<p>Todas estas forças influenciam o comportamento do <strong>Mercado e a Rivalidade</strong>.</p>
<p>Sobre o <strong>Mercado e a Rivalidade</strong>. Se juntamente com a companhia existem vários competidores com o mesmo tipo de produto ou serviço, e com a mesma atratividade de preço, condições, qualidade e mesmo posicionamento, certamente a posição de poder da empresa neste ambiente não será boa. Por outro lado, se entrar no mercado com um diferencial que não seja acompanhado pelos concorrentes, o poder desta companhia, dentro deste mercado, será maior.</p>
<p><strong>As ameaças a novos entrantes</strong>, ou barreiras de entrada, podemos citar, como exemplo, para análise:</p>
<ul>
<li>A economia de escala</li>
<li>Custo e tempo de entrada no mercado</li>
<li>Vantagens de custo</li>
<li>Proteção à tecnologia</li>
<li>Identificação com marcas</li>
<li>Acesso à tecnologia</li>
<li>Acesso a distribuição</li>
<li>Acesso aos insumos</li>
<li>Políticas governamentais (taxas e cotas)</li>
<li>Necessidade de capital</li>
<li>Curva de aprendizado sobre o mercado</li>
<li>Retaliações esperadas</li>
</ul>
<p>No que respeita ao <strong>poder dos fornecedores</strong> podemos referir, para estudo:</p>
<ul>
<li>Número (concentração) de fornecedores</li>
<li>Tamanho dos fornecedores</li>
<li>A marca do fornecedor é forte</li>
<li>A habilidade para substituir</li>
<li>Importância do volume de compra para o fornecedor</li>
<li>Custo de mudança de fornecedor</li>
</ul>
<p>Sobre o <strong>poder do cliente</strong>, como sugestão para análise:</p>
<ul>
<li>Concentração de clientes versus concentração da indústria (competidores)</li>
<li>Diferença (diferenciação) entre os competidores</li>
<li>Sensibilidade ao preço (lucratividade/margem dos clientes)</li>
<li>Volume de compra dos clientes</li>
<li>O papel da qualidade e do serviço</li>
<li>O custo para o cliente em trocar de fornecedor</li>
<li>Variação de custos do cliente em relação à variação de custo da indústria</li>
</ul>
<p>E, sobre os <strong>produtos ou serviços substitutos</strong>:</p>
<ul>
<li>Custo relativo e a performance de um substituto</li>
<li>Custo da mudança para o substituto</li>
<li>A propensão do cliente em adotar um substituto</li>
</ul>
<p>Não adianta somente fazer o estudo de todas as forças do modelo. Para que seja eficaz, em seguida, deve ser elaborada a análise dos pontos fortes e fracos da companhia versus cada ponto determinado, em cada força.</p>
<p>Com esta análise o estrategista poderá posicionar a companhia de modo a potencializar as vantagens da empresa, a definir as melhores defesas contra as forças competitivas e a balancear o quadro geral de forças através de movimentos estratégicos, de modo a posicionar a companhia vantajosamente.</p>
<p>Referência: PORTER, M. <em>How competitive forces shape strategy</em>. Harvard Business Review, Mar/Apr, 1979. Disponível em: http://my.execpc.com/~jpurtell/HBR-HowCompetitiveForcesShapeStrategy.pdf&gt;. Acesso em: 13 dez. 2009.</p>
<br /> Tagged: 5 forças Porter, ambiente de competição, Barreiras de Entrada, Cinco Forças de Porter, competidores, estratégia, mercado, Mercado e a rivalidade, Planejamento estratégico, Porter <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/empreendedorglobal.wordpress.com/455/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/empreendedorglobal.wordpress.com/455/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/empreendedorglobal.wordpress.com/455/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/empreendedorglobal.wordpress.com/455/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/empreendedorglobal.wordpress.com/455/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/empreendedorglobal.wordpress.com/455/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/empreendedorglobal.wordpress.com/455/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/empreendedorglobal.wordpress.com/455/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/empreendedorglobal.wordpress.com/455/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/empreendedorglobal.wordpress.com/455/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/empreendedorglobal.wordpress.com/455/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/empreendedorglobal.wordpress.com/455/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/empreendedorglobal.wordpress.com/455/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/empreendedorglobal.wordpress.com/455/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=empreendedorglobal.wordpress.com&amp;blog=7196949&amp;post=455&amp;subd=empreendedorglobal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Análise PEST</title>
		<link>http://empreendedorglobal.wordpress.com/2009/12/10/analise-pest/</link>
		<comments>http://empreendedorglobal.wordpress.com/2009/12/10/analise-pest/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 15:57:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marioferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Voltando aos conceitos básicos, já discutimos sobre marketing, estratégia, negociação, globalização, SWOT e hoje iremos discorrer sobre a análise PEST.

Uma boa fonte de informação para obter dados para o desenvolvimento da análise PEST é o site do Banco Mundial chamado “Doing Business”. <a href="http://empreendedorglobal.wordpress.com/2009/12/10/analise-pest/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=empreendedorglobal.wordpress.com&amp;blog=7196949&amp;post=449&amp;subd=empreendedorglobal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Análise PEST</strong></p>
<p>Voltando aos conceitos básicos, já discutimos sobre marketing, estratégia, negociação, globalização, SWOT e hoje iremos discorrer sobre a análise PEST.</p>
<p>Uma boa fonte de informação para obter dados para o desenvolvimento da análise PEST é o site do Banco Mundial chamado “<a href="http://www.doingbusiness.org/" target="_blank">Doing Business</a>”.</p>
<p>A análise PEST (Political and Legal Aspects, Economic, Social and Technological Aspects) tem por objetivo o estudo e a avaliação das variáveis do ambiente externo onde a empresa funciona ou funcionará.</p>
<p><span id="more-449"></span></p>
<p><strong>O “P” do PEST (Political and Legal Aspects)</strong></p>
<p>Para definir a estratégia da empresa é preciso ter conhecimento dos aspectos políticos e legais do ambiente onde ela atuará. Para tal, pontos como: estrutura e política de cobrança dos impostos e taxas, leis do trabalho, estabilidade política, regulamentações ambientais, eficiência e eficácia do sistema jurídico, restrições tarifárias ao comércio exterior, incentivos fiscais, níveis de corrupção, marcos regulatórios, entre outros, devem ser analisados.</p>
<p><strong>O “E” do PEST (Economic Aspects)</strong></p>
<p>A estabilidade econômica é um ponto fundamental para que se possam desenvolver cenários e estratégias realistas e exeqüíveis. Alguns pontos a observar são: a estabilidade econômica, o crescimento econômico, as taxas de juros e a oferta de capital, as taxas de inflação, as taxas de câmbios com as principais moedas, entre outros.</p>
<p>Nesta análise cabe notar que não só os números estáticos são importantes, mas também as tendências, isto é, a análise no tempo das variações (diferenças/bandas), estabilidade, e tendência destes números.<br />
<strong><br />
O “S” do PEST (Social-cultural Aspects)</strong></p>
<p>A sociedade e a cultural local têm grande influência na condução e no desenvolvimento dos negócios, logo, a sua análise também é essencial. Diferentes sociedades têm diferentes modos de desenvolver os negócios.</p>
<p>Não confundir a última sentença do parágrafo anterior com Ética, integridade e honestidade, pois estas são universais e independem da regionalização. Em outros artigos discorremos largamente e incisivamente sobre essa “pseudo-confusão” para justificar práticas condenáveis, principalmente nos países em desenvolvimento e nos países pobres.</p>
<p>Os aspectos sociais podem abranger: a taxa de crescimento da população, a distribuição da idade, o comportamento do consumidor, aspectos religiosos, culturais e educacionais, etc.</p>
<p><strong>O “T” do PEST (Technological Aspects)</strong></p>
<p>Hoje, um fator fundamental é a perspectiva tecnológica em qualquer ramo de negócio.</p>
<p>Por mais independente que seja da tecnologia, o cerne do negócio, no mínimo, por exemplo, dependerá da infra-estrutura de telecomunicações para utilizar um telefone. Isto, sem mencionar o acesso à Internet e às suas ferramentas disponíveis, livres e sem custo. Logo, o aspecto tecnológico é importante.</p>
<p>Então, alguns fatores tecnológicos a considerar, dependendo do tipo de negócio, poderiam ser: canais de distribuição e comunicação, incentivos ao desenvolvimento ou utilização de tecnologia, automação, barreiras de entrada a novos competidores, níveis de produção local, estrutura local para terceirização, taxa de atualização tecnológica ou estágio local de nível tecnológico, questões ligadas à responsabilidade ambiental, etc.</p>
<p>Uma análise correlata poderia ser a das cinco forças de Porter, mas isto será para um próximo artigo.</p>
<br /> Tagged: analise PEST, conceito, estratégia, negócios, PEST <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/empreendedorglobal.wordpress.com/449/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/empreendedorglobal.wordpress.com/449/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/empreendedorglobal.wordpress.com/449/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/empreendedorglobal.wordpress.com/449/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/empreendedorglobal.wordpress.com/449/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/empreendedorglobal.wordpress.com/449/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/empreendedorglobal.wordpress.com/449/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/empreendedorglobal.wordpress.com/449/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/empreendedorglobal.wordpress.com/449/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/empreendedorglobal.wordpress.com/449/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/empreendedorglobal.wordpress.com/449/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/empreendedorglobal.wordpress.com/449/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/empreendedorglobal.wordpress.com/449/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/empreendedorglobal.wordpress.com/449/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=empreendedorglobal.wordpress.com&amp;blog=7196949&amp;post=449&amp;subd=empreendedorglobal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Conceito do Berço ao Berço &#8211; Cradle to Cradle Design</title>
		<link>http://empreendedorglobal.wordpress.com/2009/11/12/dobercoaoberco/</link>
		<comments>http://empreendedorglobal.wordpress.com/2009/11/12/dobercoaoberco/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 21:20:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marioferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<category><![CDATA[cradle to cradle]]></category>
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		<description><![CDATA[Do berço ao berço – cradle to cradle design

Acredito que este tema é extremamente oportuno, não só pela discussão que haverá em Copenhague, Dinamarca, em dezembro, para discutir as emissões globais de gases-estufa após 2012, quando o Protocolo de Kyoto expira, mas também porque está crescendo uma conscientização mundial de que se ficarmos dependendo da decisão de “meia dúzia” para ver se reduzem 5% ou 5,5% da emissão, não iremos a lugar nenhum, nem nossos filhos e netos irão!  <a href="http://empreendedorglobal.wordpress.com/2009/11/12/dobercoaoberco/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=empreendedorglobal.wordpress.com&amp;blog=7196949&amp;post=445&amp;subd=empreendedorglobal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Do berço ao berço – cradle to cradle design</p>
<p>Acredito que este tema é extremamente oportuno, não só pela discussão que haverá em Copenhague, Dinamarca, em dezembro, para discutir as emissões globais de gases-estufa após 2012, quando o Protocolo de Kyoto expira, mas também porque está crescendo uma conscientização mundial de que se ficarmos dependendo da decisão de “meia dúzia” para ver se reduzem 5% ou 5,5% da emissão, não iremos a lugar nenhum, nem nossos filhos e netos irão!</p>
<p>Voltando à frase “do berço ao berço”.</p>
<p>Frase não muito elucidativa mas que contém um conceito genial, primordial, aplicável e fundamental nos tempos correntes.<br />
<span id="more-445"></span><br />
Com todos os adjetivos anteriores, não quer dizer, no entanto, que seja de fácil implementação. Não o será quando a busca for exclusivamente pelo lucro de curto prazo e se a visão dos administradores for míope.</p>
<p>É um conceito desenvolvido por William McDonough e Michael Braungart, o primeiro arquiteto e o segundo químico, se não me falha a memória.</p>
<p>O conceito trata do desenho (projeto) de produtos e dos respectivos processos produtivos de modo que todas as partes (componentes e matérias primas) envolvidas na produção desses produtos possam ser totalmente reutilizadas em novos processos produtivos depois que estes produtos forem descartados.</p>
<p>Cabe esclarecer que não se deve confundir este conceito com reciclagem. É bastante diferente.</p>
<p>Um exemplo típico de reciclagem é o do papel. Após sua utilização (por exemplo de folhas brancas), a reciclagem do papel, no caso ótimo de economia de recursos e energia, irá produzir um papel de qualidade inferior e, talvez, meio pardo ou amarelado, por exemplo.</p>
<p>Isto é, o produto gerado na reciclagem demandou reprocessamento, consumo de energia e recursos, e o resultado foi um produto inferior ao original.</p>
<p>No conceito do berço ao berço (cradle to cradel design), o reprocessamento do produto descartado irá criar um novo produto de qualidade igual ou superior ao original. Isto não quer dizer que seja para a mesma aplicação ou para o mesmo mercado.</p>
<p>Além disso existe toda uma preocupação para que todo o processo de produção e as matérias-primas utilizadas sejam ecologicamente corretas e efetivas.</p>
<p>Quando o sistema estiver funcionando o círculo produtivo (produção – descarte -produção) maximiza o valor agregado sem prejudicar o ecossistema.</p>
<p>Alguns exemplos da aplicação deste conceito:</p>
<p>Lixo igual a comida.</p>
<p>Estranho? Mas imagine um produto que depois de utilizado pode ser descartado e com um mínimo de processamento pode se tornar, por exemplo, em fertilizante. Logo ele estará realimentando a cadeia em um função nobre, utilizado para agricultura e geração de alimentos.</p>
<p>Outro exemplo, embora não muito agradável à primeira vista, em vez de utilizar só fibras naturais de algodão, na indústria têxtil, cuja produção, do algodão, demanda uso intensivo de pesticidas, porque não utilizar fibras inteligentes biodegradáveis ou fibras que possam permitir o reprocessamento total, gerando novos têxteis, com novas cores ou aplicações.</p>
<p>Outros exemplos:</p>
<p>O governo chinês está construindo diversas cidades utilizando o conceito do berço ao berço (C2C Model). Se a China fosse construir todas as novas cidades de acordo com a tecnologia convencional, provavelmente não existiria cimento nem tijolo, no mundo, suficiente para atender sua demanda.</p>
<p>A Nike já tem um sapato/tênis desenvolvido segundo o conceito C2C.</p>
<p>Algumas críticas que lí sobre o modelo:</p>
<p>Segunda minha última pesquisa na Internet, a MBDC, link abaixo, empresa do McDonough e Braungart, mantem exclusividade na certificação do modelo C2C.</p>
<p>O que por um lado restringe a expansão da acreditação e validação do sistema, por outro lado, na minha humilde opinião, mantém a credibilidade e confiabilidade em quem possuir o certificado.</p>
<p>Como sabemos, e é, hoje, um lugar-comum, dizer que qualidade não é mais um diferencial é uma condição básica para concorrer no mercado.</p>
<p>No entanto, isto retrata a realidade de que todos estão produzindo com qualidade?</p>
<p>Será um posicionamento de marketing?</p>
<p>Ou é porque a proliferação de certificados ISO 9000 por todo o mundo, nivelou por baixo o que realmente é qualidade? Me desculpem, quem “suou” para obter o certificado, mas tem muita gente que não “suou” tanto assim&#8230;</p>
<p>Anos atrás, escrevi sobre a proliferação de certificados 9000 (qualidade), 140000 (ambiental), aquela “confusão” toda com a Sarbanes-Oxley (a famosa SOX) para pôr ordem no mercado financeiro, o acordo de Basiléia II (bancos), e vejam no que deu em 2008, com a crise mundial financeira!</p>
<p>O que está faltando é ética, valores, transparência, responsabilidade e vontade de corrigir décadas de desvio dos valores morais e sociais, e de educação e princípios básicos de convivência comunitária e respeitosa.</p>
<p>E, não tem certificado nenhum que vai concertar isso!</p>
<p>Referências:</p>
<p>Sobre o “Cradle to Cradle Design”:</p>
<p>http://en.wikipedia.org/wiki/Cradle_to_Cradle</p>
<p>http://www.mbdc.com/index.htm</p>
<p>﻿</p>
<br /> Tagged: ética, berço ao berço, conceito, conceito de inovação, cradle to cradle, crise global, educação, inovação, tendências <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/empreendedorglobal.wordpress.com/445/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/empreendedorglobal.wordpress.com/445/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/empreendedorglobal.wordpress.com/445/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/empreendedorglobal.wordpress.com/445/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/empreendedorglobal.wordpress.com/445/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/empreendedorglobal.wordpress.com/445/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/empreendedorglobal.wordpress.com/445/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/empreendedorglobal.wordpress.com/445/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/empreendedorglobal.wordpress.com/445/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/empreendedorglobal.wordpress.com/445/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/empreendedorglobal.wordpress.com/445/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/empreendedorglobal.wordpress.com/445/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/empreendedorglobal.wordpress.com/445/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/empreendedorglobal.wordpress.com/445/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=empreendedorglobal.wordpress.com&amp;blog=7196949&amp;post=445&amp;subd=empreendedorglobal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>A Arte que Transforma</title>
		<link>http://empreendedorglobal.wordpress.com/2009/10/28/a-arte-que-transforma/</link>
		<comments>http://empreendedorglobal.wordpress.com/2009/10/28/a-arte-que-transforma/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 13:48:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marioferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[direção cultura]]></category>
		<category><![CDATA[responsabilidade social]]></category>

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		<description><![CDATA[Ontem tive a grata satisfação de ir ao evento A Arte que Transforma, de comemoração do aniversário de 10 anos de existência da empresa Direção Cultura, do meu amigo Antoine Kolokathis.
Mais do que gratificante, foi ver o trabalho ímpar que sua empresa faz em prol da Cultura e da Arte, e com seus projetos e ações sociais e educacionais. <a href="http://empreendedorglobal.wordpress.com/2009/10/28/a-arte-que-transforma/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=empreendedorglobal.wordpress.com&amp;blog=7196949&amp;post=442&amp;subd=empreendedorglobal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem tive a grata satisfação de ir ao evento <strong><em>A Arte que Transforma</em></strong>, de comemoração do aniversário de 10 anos de existência da empresa <a href="http://www.direcaocultura.com.br/novo_site/principal/index.php" target="_blank">Direção Cultura</a>, do meu amigo Antoine Kolokathis.</p>
<p>Mais do que gratificante, foi ver o trabalho ímpar que sua empresa faz em prol da Cultura e da Arte, e com seus projetos e ações sociais e educacionais.</p>
<p>Um dos motes da Direção Cultura, que transcrevo abaixo, transmite claramente o espírito da empresa, e que pessoalmente endosso e que também acredito como verdade:</p>
<p>&#8220;<em>Acreditamos que podemos transformar as pessoas através da Arte e da Cultura com Criatividade &#8211; Qualidade &#8211; Sustentabilidade &#8211; Transparência.</em>&#8220;</p>
<p><span id="more-442"></span></p>
<p>Alguns projetos da <a href="http://www.direcaocultura.com.br/novo_site/principal/index.php" target="_blank">Direção Cultura</a>:</p>
<p><strong>Teatro nas Escolas</strong></p>
<p>Apresentações de teatro infantil em escolas públicas em 12 cidades do Brasil, desde 2007: 70 mil pessoas e 237 apresentacões.</p>
<p><strong>Dr. Plástico</strong></p>
<p>Projeto de conscientização ambiental através da música em escolas públicas: 20 apresentações, em 10 escolas, 4.ooo crianças participaram do projeto.</p>
<p><strong>Cinema na Praça</strong></p>
<p>33 sessões de filmes nacionais em praças públicas, no interior paulista, mais de 10.000 pessoas assistiram aos filmes.</p>
<p><strong>Clássicos em Cena</strong></p>
<p>Concertos comentados de música erudita, mais de 100 apresentações, 25 mil pessoas de público, desde 2001 formando platéia.</p>
<p>Iniciativas como esta têm que ser divulgadas, independentemente de os conhecer, ou não, pessoalmente.</p>
<br /> Tagged: Arte, cultura, direção cultura, responsabilidade social <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/empreendedorglobal.wordpress.com/442/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/empreendedorglobal.wordpress.com/442/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/empreendedorglobal.wordpress.com/442/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/empreendedorglobal.wordpress.com/442/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/empreendedorglobal.wordpress.com/442/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/empreendedorglobal.wordpress.com/442/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/empreendedorglobal.wordpress.com/442/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/empreendedorglobal.wordpress.com/442/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/empreendedorglobal.wordpress.com/442/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/empreendedorglobal.wordpress.com/442/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/empreendedorglobal.wordpress.com/442/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/empreendedorglobal.wordpress.com/442/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/empreendedorglobal.wordpress.com/442/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/empreendedorglobal.wordpress.com/442/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=empreendedorglobal.wordpress.com&amp;blog=7196949&amp;post=442&amp;subd=empreendedorglobal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
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		<title>EaD &#8211; Educação a Distância &#8211; Nova Página</title>
		<link>http://empreendedorglobal.wordpress.com/2009/10/15/ead-nova-pagina/</link>
		<comments>http://empreendedorglobal.wordpress.com/2009/10/15/ead-nova-pagina/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 21:21:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marioferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[EaD - Educação a Distância]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino]]></category>
		<category><![CDATA[e-learning]]></category>
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		<category><![CDATA[gestão da mudança]]></category>
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		<description><![CDATA[Acredito que teremos mudanças radicais nos conceitos e nos modelos educacionais nos próximos anos, vários especialistas no assunto já o pregam, mas ainda não tive acesso à leitura de nenhuma proposta concreta.
Independentemente desse fato, que o processo ensino-aprendizagem vai mudar é inquestionável, agora, como? É a pergunta de um milhão de dólares… <a href="http://empreendedorglobal.wordpress.com/2009/10/15/ead-nova-pagina/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=empreendedorglobal.wordpress.com&amp;blog=7196949&amp;post=432&amp;subd=empreendedorglobal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como a EaD, educação a distância, é um assunto fundamental para o Projeto Rede de Empreendedores, nesta página e subsequentes tratarei dos temas educação, e-learning, a socialização e desenvolvimento do conhecimento e, em especial, um ponto, no qual estou-me especializando,  que é o Design Instrucional.</p>
<p>Acredito que teremos mudanças radicais nos conceitos e nos modelos educacionais nos próximos anos, vários especialistas no assunto já o pregam, mas ainda não tive acesso à leitura de nenhuma proposta concreta ou de um caso de estudo da implementação de um modelo realmente inovador.</p>
<p>Independentemente desse fato, que o processo ensino-aprendizagem vai mudar, é inquestionável, agora, como? É a pergunta de um milhão de dólares…</p>
<p>Para continuar lendo na <a href="http://empreendedorglobal.wordpress.com/ead-educacao-a-distancia/" target="_self">nova página&#8230;</a></p>
<br /> Tagged: e-learning, EAD, educação, ensino a distancia, ensino-aprendizagem, gestão da mudança, modelos educacionais, tendências <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/empreendedorglobal.wordpress.com/432/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/empreendedorglobal.wordpress.com/432/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/empreendedorglobal.wordpress.com/432/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/empreendedorglobal.wordpress.com/432/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/empreendedorglobal.wordpress.com/432/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/empreendedorglobal.wordpress.com/432/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/empreendedorglobal.wordpress.com/432/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/empreendedorglobal.wordpress.com/432/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/empreendedorglobal.wordpress.com/432/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/empreendedorglobal.wordpress.com/432/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/empreendedorglobal.wordpress.com/432/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/empreendedorglobal.wordpress.com/432/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/empreendedorglobal.wordpress.com/432/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/empreendedorglobal.wordpress.com/432/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=empreendedorglobal.wordpress.com&amp;blog=7196949&amp;post=432&amp;subd=empreendedorglobal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Conceito de Inovação &#8211; Open Innovation &#8211; Inovação Aberta</title>
		<link>http://empreendedorglobal.wordpress.com/2009/10/14/conceito-de-inovacao-aberta/</link>
		<comments>http://empreendedorglobal.wordpress.com/2009/10/14/conceito-de-inovacao-aberta/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 12:31:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marioferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Globalização]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing e Vendas]]></category>
		<category><![CDATA[Negociação]]></category>
		<category><![CDATA[conceito de inovação]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[inovação aberta]]></category>

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		<description><![CDATA[No artigo anterior falei de inovação e o conceito de inovação aberta. Passaram-se alguns dias e assisti uma entrevista no canal Management TV como o Prof. Eric von Hippel , chefe e professor do grupo de empreendedorismo e inovação do MIT Sloan School of Management (Aqui link para um dos MITopencourseware de inovação).
E um dos pontos tratados, na entrevista, eu esqueci-me completamente de mencionar no artigo anterior.
É a perspectiva da inovação aberta com a participação do cliente, usuário do produto ou serviço. <a href="http://empreendedorglobal.wordpress.com/2009/10/14/conceito-de-inovacao-aberta/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=empreendedorglobal.wordpress.com&amp;blog=7196949&amp;post=410&amp;subd=empreendedorglobal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No artigo anterior falei de inovação e o conceito de inovação aberta. Passaram-se alguns dias e assisti uma entrevista no canal <a href="http://www.managementv.com.br/" target="_blank">Management TV</a> com o Prof. Eric von Hippel , chefe e professor do grupo de empreendedorismo e inovação do MIT Sloan School of Management (<a href="http://ocw.mit.edu/OcwWeb/Sloan-School-of-Management/15-352Spring-2005/LectureNotes/" target="_blank">Aqui link para um dos MITopencourseware de inovação</a>).</p>
<p>E um dos pontos tratados, na entrevista, eu esqueci-me completamente de mencionar no artigo anterior.</p>
<p>É a perspectiva da inovação aberta com a participação do cliente, usuário do produto ou serviço.</p>
<p><span id="more-410"></span></p>
<p>O usuário é um ator fundamental e tem que ser ouvido. Com a velocidade com que se desenvolve o mercado e a tecnologia, as empresas, internamente, não têm condições de acompanhar esse desenvolvimento e manterem-se competitivas.</p>
<p>A única forma é desenvolverem uma &#8220;co-inovação&#8221;, isto é, partirem para a visão da inovação aberta.</p>
<p>Embora o discurso seja bonito, segundo o Prof. von Hippel, ainda existe uma resistência interna muito grande, nas empresas, para aderir a esse modelo. Isto é relacionado à cultura organizacional e aos temores em relação à mudança que provocará em toda a estrutura e processos da empresa.</p>
<p>Com a Internet, as redes sociais ou os &#8220;grupoware&#8221; (quando várias pessoas se juntam para discutir ou desenvolver um tema, por exemplo no <a href="http://www.ning.com" target="_blank">Ning</a>) os usuários ou interessados em um assunto discutem e sugerem alternativas, novas soluções, melhorias, cooperam e colaboram entre si, etc., isto é, desenvolvem uma inteligência coletiva poderosa que qualquer empresa &#8220;inteligente&#8221; não pode mais negligenciar.</p>
<p>Insights que um usuário pode ter, podem levar anos para que a empresa tenha a mesma ideia ou que chegue a essa mesma conclusão, logo, poupará recursos se criar um canal direto com seu usuário e prestar uma REAL atenção no que o seu cliente diz.</p>
<p>Uma outra perspectiva, que por acaso não ouvi nessa entrevista, mas que acabei de lembrar-me é sobre a co-criação de valor entre empresas competidoras. Este aspecto foi desenvolvido por Prahalad e Ramaswamy, no livro <em>O Futuro da Competição</em>, em 2004.</p>
<p>Existem várias formas de cooperar, mesmo entre competidores, sempre acreditei nisso, mas não tive a grata de satisfação de conseguir viabilizar isso. Sempre que tentei, os olhares que recebia eram de que &#8220;esse cara é louco&#8221;&#8230;</p>
<p>Esta perspectiva de cooperação, principalmente na área comercial, é mais do que importante para as pequenas e medias empresas, cujos recursos são escassos e, se não juntarem esforços, a possibilidade de atingirem o mercado global ficará prejudicada, ou mesmo inviabilizada.</p>
<p>Fazendo uma analogia, o que acontece é o chamado &#8220;dilema do prisioneiro&#8221;, da teoria dos jogos. Sucintamente, se eu entregar o outro primeiro, eu saio ganhando, logo, os dois entregam o parceiro e os dois saem perdendo. Ou, nenhum dos dois &#8220;abre o bico&#8221; e os dois &#8220;perdem menos&#8221; (melhor condição).</p>
<p>O que acontece, geralmente, no mercado, é que os dois (ou três ou mais) saem perdendo porque não &#8220;conversam&#8221;.</p>
<p>Mas, para que tal procedimento funcione, a ética e transparência são fundamentais, a &#8220;lei de gerson&#8221;, com letra pequena, (*1) não pode constar do dicionário. E, claro, esta interatividade não pode ser confundida com carteis ou monopólios. Até parece que estou falando de &#8220;mundos utópicos&#8221;, mas a esperança é a última que morre&#8230;</p>
<p>Bom, para não estender mais o assunto:</p>
<p>O site do <a href="http://web.mit.edu/evhippel/www/index.html" target="_blank">Prof. Eric von Hippel</a> merece uma leitura, para quem se interessa por inovação e empreendedorismo.</p>
<p>E também dois livros que o professor disponibilizada segundo a Creative Commons Licence e que podem ser baixados nos links abaixo:</p>
<p><a href="http://web.mit.edu/evhippel/www/books/DI/DemocInn.pdf" target="_blank">Democratizing Innovation</a></p>
<p><a href="http://web.mit.edu/evhippel/www/books/sources/SofI.pdf" target="_blank">The Sources of Innovation</a></p>
<p>Boa Leitura!</p>
<p>(*1) Cabe uma explicação sobre a &#8220;lei de gerson&#8221;, para quem não mora no Brasil. Nos anos 70, se não me engano, houve um anúncio, de uma marca de cigarros, onde o Gerson, antigo jogador de futebol da seleção, dizia que fumava essa marca porque gostava de levar vantagem em tudo. Ele se arrependeu amargamente desse anúncio, mas o lema virou &#8220;citação nacional&#8221; e foi chamado de &#8220;lei de gerson&#8221;, que durante muitos anos, foi, ou é ainda, utilizada, a &#8220;lei&#8221;, pelos que se acham espertos&#8230;</p>
<br /> Tagged: conceito de inovação, inovação, inovação aberta <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/empreendedorglobal.wordpress.com/410/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/empreendedorglobal.wordpress.com/410/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/empreendedorglobal.wordpress.com/410/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/empreendedorglobal.wordpress.com/410/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/empreendedorglobal.wordpress.com/410/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/empreendedorglobal.wordpress.com/410/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/empreendedorglobal.wordpress.com/410/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/empreendedorglobal.wordpress.com/410/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/empreendedorglobal.wordpress.com/410/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/empreendedorglobal.wordpress.com/410/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/empreendedorglobal.wordpress.com/410/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/empreendedorglobal.wordpress.com/410/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/empreendedorglobal.wordpress.com/410/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/empreendedorglobal.wordpress.com/410/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=empreendedorglobal.wordpress.com&amp;blog=7196949&amp;post=410&amp;subd=empreendedorglobal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Conceito de Inovação</title>
		<link>http://empreendedorglobal.wordpress.com/2009/10/03/conceito-de-inovacao/</link>
		<comments>http://empreendedorglobal.wordpress.com/2009/10/03/conceito-de-inovacao/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 03 Oct 2009 15:10:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marioferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing e Vendas]]></category>
		<category><![CDATA[conceito de inovação]]></category>
		<category><![CDATA[disruptive innovation]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[inovação aberta]]></category>
		<category><![CDATA[inovação disruptiva]]></category>
		<category><![CDATA[open innovation]]></category>
		<category><![CDATA[sistematic innovation]]></category>

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		<description><![CDATA[Um pequena palavra com grandes conceitos, dependendo da perspectiva, do ambiente e dos atores/audiência. Acho que compliquei mais do simplifiquei o conceito. Mas no entanto, é isso que ocorre hoje. Inovação é uma das palavras da “moda” (buzzword). Como tal, aparecem vários gurus criando novos enfoques e insights em cima de um conceito básico. <a href="http://empreendedorglobal.wordpress.com/2009/10/03/conceito-de-inovacao/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=empreendedorglobal.wordpress.com&amp;blog=7196949&amp;post=400&amp;subd=empreendedorglobal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um pequena palavra com grandes conceitos, dependendo da perspectiva, do ambiente e dos atores/audiência. Acho que compliquei mais do simplifiquei o conceito.</p>
<p>Mas no entanto, é isso que ocorre hoje.</p>
<p>Inovação é uma das palavras da “moda” (buzzword). Como tal, aparecem vários gurus criando novos enfoques e insights em cima de um conceito básico.</p>
<p>A inovação pode ser pequena, incremental, grande ou causar uma disrupção.</p>
<p>Invenção é quando se tem uma idéia e não existe, necessariamente, uma aplicabilidade para ela, ou não se criou valor. Inovação é quando se cria algo novo e existe uma aplicabilidade para isso, e quando se cria valor com essa idéia nova.</p>
<p><span id="more-400"></span></p>
<p>Pode-se inovar em produtos, serviços, processos, modelos de negócios, por exemplo.</p>
<p>Vivendo na era do conhecimento, logo, inovação torna-se a ordem do dia.</p>
<p>Como inovação é um termo genérico, vários estudiosos “segmentaram” alguns tipos de inovação.  Abaixo, cito alguns exemplos que acredito que sejam mais significativos, dessa segmentação ou, talvez melhor, linhas de pensamento.</p>
<p><strong>Open Innovation – Inovação Aberta</strong></p>
<p>Henry Chesbrough cunhou este termo em 2003, criando um novo paradigma que contrasta com o modelo de desenvolvimento de inovações em ambientes fechados. Isto é, o senso comum é que o desenvolvimento das inovações, dentro das empresas, deve ser em ambiente controlado e sigiloso, sem participações externas e para criar valor para própria empresa.</p>
<p>Com o conceito de inovação aberta o resultado das pesquisas atravessa a fronteira da empresa e pode ser:<br />
- licenciada para outras empresa utilizarem,<br />
- utilizada para a formação de novas ventures,<br />
- utilizada para spin-offs ( formação de novas empresas).</p>
<p>A figura abaixo ilustra o processo (clicar na imagem para a ver maior).</p>
<p><a href="http://empreendedorglobal.files.wordpress.com/2009/10/openinnovation01.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-403" title="openinnovation01" src="http://empreendedorglobal.files.wordpress.com/2009/10/openinnovation01.jpg?w=300&#038;h=161" alt="openinnovation01" width="300" height="161" /></a></p>
<p>Fig. 01 Prof Henry Chesbrough UC Berkeley, Open Innovation: Renewing Growth from Industrial R&amp;D, 10th Annual  Innovation Convergence, Minneapolis Sept 27, 2004.</p>
<p><strong>Disruptive Innovation – Inovação Disruptiva</strong></p>
<p>Inovações disruptivas criam novos mercados ou remodelam os mercados existentes entregando inovações a baixo custo, convenientes e relativamente simples para um segmento de clientes que é ignorado pelas grandes indústrias. Essa falta de interesse, geralmente, é devida a margens de lucro mais estreitas ou porque a inovação não atende as necessidades dos melhores clientes, dessa indústria.</p>
<p>Alguns princípios estratégicos, para quem for desenvolver inovações disruptivas:<br />
- quando do desenvolvimento da inovação, a estratégia deve incorporar um aprendizado dinâmico e um rápido ajustamento,<br />
-  foco na ação imediata com base em informações rápidas e de fácil acesso para desenvolver autoconfiança no plano estratégico,<br />
- levar em contas dois pontos básicos: 1) ser impaciente com o lucro e paciente com o crescimento do negócio. 2) a escassez é uma vantagem para o empreendedor,<br />
- a estratégia planejada não é estática, deve ser revista e atualizada constantemente, premissas originais podem não ser mais válidas e novas podem surgir,<br />
-  devem existir pontos de verificação (métricas) para acompanhar e corrigir qualquer processo que não esteja se desenvolvendo de acordo com o esperado.</p>
<p><strong>Systematic Innovation – Inovação Sistemática</strong></p>
<p>Um conceito interessante e que é uma sugestão para as empresas que estão com dificuldades para implementar a inovação disruptiva por constrangimentos organizacionais, culturais, resistência à mudança do status quo, entre outros aspectos. Ou seja, com um problema sistêmico. Logo, a perspectiva é abordar a questão de forma sistêmica e, para tal,  é utilizada uma analogia com os sistemas ecológicos. Abaixo está uma figura demonstrando o conceito (clicar na imagem para a ver maior).</p>
<p><a href="http://empreendedorglobal.files.wordpress.com/2009/10/inovacaosistematica1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-404" title="inovacaosistematica" src="http://empreendedorglobal.files.wordpress.com/2009/10/inovacaosistematica1.jpg?w=300&#038;h=189" alt="inovacaosistematica" width="300" height="189" /></a></p>
<p>Espero que tenha conseguido passar uma visão sobre o que é inovação e algumas diferentes perspectivas de como é analisada, nos dias de hoje.</p>
<p>Referências:</p>
<p>http://www.innosight.com</p>
<p>http://www.innosight.com/innovation_resources/strategy_and_innovation.html</p>
<p>http://www.mckinsey.com/mgi</p>
<p>http://openinnovation.haas.berkeley.edu/</p>
<p>http://www.davidkhurst.com/Crisis-and-Renewal.pdf</p>
<br /> Tagged: conceito de inovação, disruptive innovation, inovação, inovação aberta, inovação disruptiva, open innovation, sistematic innovation <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/empreendedorglobal.wordpress.com/400/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/empreendedorglobal.wordpress.com/400/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/empreendedorglobal.wordpress.com/400/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/empreendedorglobal.wordpress.com/400/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/empreendedorglobal.wordpress.com/400/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/empreendedorglobal.wordpress.com/400/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/empreendedorglobal.wordpress.com/400/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/empreendedorglobal.wordpress.com/400/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/empreendedorglobal.wordpress.com/400/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/empreendedorglobal.wordpress.com/400/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/empreendedorglobal.wordpress.com/400/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/empreendedorglobal.wordpress.com/400/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/empreendedorglobal.wordpress.com/400/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/empreendedorglobal.wordpress.com/400/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=empreendedorglobal.wordpress.com&amp;blog=7196949&amp;post=400&amp;subd=empreendedorglobal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Como Publicar um Livro</title>
		<link>http://empreendedorglobal.wordpress.com/2009/09/24/como-publicar-um-livro/</link>
		<comments>http://empreendedorglobal.wordpress.com/2009/09/24/como-publicar-um-livro/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 17:05:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marioferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Globalização]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[publicação de livro]]></category>
		<category><![CDATA[publicar um livro]]></category>
		<category><![CDATA[rede de negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[Embora fuja um pouco do escopo deste blog, acredito que seja uma informação relevante para muitos que gostam de escrever, mas cujas oportunidades, para  verem seu trabalho impresso, sejam escassas. Então, como publicar um livro? <a href="http://empreendedorglobal.wordpress.com/2009/09/24/como-publicar-um-livro/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=empreendedorglobal.wordpress.com&amp;blog=7196949&amp;post=383&amp;subd=empreendedorglobal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Embora fuja um pouco do escopo deste blog, acredito que seja uma informação relevante para muitos que gostam de escrever, mas cujas oportunidades, para  verem seu trabalho impresso, sejam escassas. Então, como publicar um livro?</p>
<p>No meu caso, eu tinha na &#8220;gaveta&#8221; um livro, escrito com um amigo, sobre Estratégia de Mundialização para PMEs, desde final de 2005.</p>
<p>Por uma série de motivos e, também, depois de várias tentativas de contato com editoras, resolvemos deixar engavetado o livro.</p>
<p>Eis que, lendo o blog do <a href="http://www.vouleragora.blogspot.com/" target="_blank">Giancarlo Colombo</a>, um amigo, vejo um artigo sobre publicação <em>on-demand</em>, isto é, só é impresso o livro após a compra.</p>
<p>Tiramos da gaveta e publicamos no site <a href="http://www.clubedeautores.com.br/" target="_blank">clube de autores</a> sem custo nenhum.</p>
<p>Não satisfeitos, ainda, visto que devem haver outras oportunidades para tal, pesquisamos mais um pouco, e temos mais um site, embora com um nome peculiar <a href="http://www.lulu.com" target="_blank"><em>Lulu</em></a>, tem uma série de ferramentas ótimas para formatar o livro e também permite a venda por download de pdf (para acrobat reader).</p>
<p>Embora o site seja em inglês, pode-se definir a linguagem do livro, o que facilita para quem procura (por explo: na categoria Negócios, encontrei mais de 900 títulos na língua portuguesa), e se investir um pouco na promoção (neste caso, o serviço não é gratuito), pode ter, inclusive, o livro anunciado na Amazon, na Barnes&amp;Noble, entre outros.</p>
<p>Para terem uma ideia, o link para o nosso livro, lá, é <a href="http://stores.lulu.com/MarioFerreira" target="_blank">Estratégia de Globalização para PMEs</a>.</p>
<p>Boas publicações!</p>
<br /> Tagged: estratégia, Globalização, publicação de livro, publicar um livro, rede de negócios <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/empreendedorglobal.wordpress.com/383/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/empreendedorglobal.wordpress.com/383/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/empreendedorglobal.wordpress.com/383/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/empreendedorglobal.wordpress.com/383/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/empreendedorglobal.wordpress.com/383/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/empreendedorglobal.wordpress.com/383/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/empreendedorglobal.wordpress.com/383/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/empreendedorglobal.wordpress.com/383/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/empreendedorglobal.wordpress.com/383/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/empreendedorglobal.wordpress.com/383/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/empreendedorglobal.wordpress.com/383/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/empreendedorglobal.wordpress.com/383/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/empreendedorglobal.wordpress.com/383/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/empreendedorglobal.wordpress.com/383/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=empreendedorglobal.wordpress.com&amp;blog=7196949&amp;post=383&amp;subd=empreendedorglobal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Web 2.0 e o Empreendedorismo</title>
		<link>http://empreendedorglobal.wordpress.com/2009/09/18/web-2-0-e-o-empreendedorismo/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 15:58:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marioferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Globalização]]></category>
		<category><![CDATA[Arranjos Produtivos Locais]]></category>
		<category><![CDATA[clusters]]></category>
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		<category><![CDATA[pequena empresa]]></category>
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		<category><![CDATA[web 2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[Estou no meio de várias atividades simultâneas, por isso a freqüência de artigos tem diminuído. No entanto, ando, há um par de semanas, “ruminado” sobre este assunto da Web 2.0 e como isto pode ajudar a estratégia dos pequenos empreendedores.
Antes, vou tentar colocar do modo sucinto o que ando elaborando. <a href="http://empreendedorglobal.wordpress.com/2009/09/18/web-2-0-e-o-empreendedorismo/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=empreendedorglobal.wordpress.com&amp;blog=7196949&amp;post=375&amp;subd=empreendedorglobal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="by Bruno Maia, IconTexto" rel="http://www.icontexto.com" href="http://empreendedorglobal.files.wordpress.com/2009/09/icontexto-user-web20-pack-02.jpg"><img class="size-full wp-image-380 alignleft" style="margin:10px;" title="By Bruno Maia - Icon Texto" src="http://empreendedorglobal.files.wordpress.com/2009/09/icontexto-user-web20-pack-02.jpg?w=199&#038;h=199" alt="By Bruno Maia - Icon Texto" width="199" height="199" /></a></p>
<p>Estou no meio de várias atividades simultâneas, por isso a freqüência de artigos tem diminuído. No entanto, ando, há um par de semanas, “ruminado” sobre este assunto da Web 2.0 e como isto pode ajudar a estratégia dos pequenos empreendedores.</p>
<p>Antes, vou tentar colocar do modo sucinto o que ando elaborando.</p>
<p>Parte do Projeto Rede de Negócios ou Rede de Empreendedores (ver Menu Lateral), é baseada na interação entre Núcleos Produtivos Locais (ou Arranjos Produtivos Locais, ou Clusters). Este é um ponto crucial e de resolução não muito simples, por causa dos diferentes idiomas, costumes, aspectos culturais, facilidades de acesso à rede, familiaridade com tecnologia e, inclusive, suporte local, governamental ou de ONGs.</p>
<p><span id="more-375"></span><br />
Para tal, estou “desenhando” uma infra-estrutura, totalmente baseada em Open Source e Software Livre, que permita a comunicação entre os nós (núcleos) e também permita a criação de “vitrines” globais para esses empreendedores, a custos baixíssimos ou mesmo sem custo. A meu ver, o aspecto tecnológico é o mais simples&#8230;</p>
<p>Com o objetivo de dar mais consistência à área fundamental de treinamento, ensino e dispersão do conhecimento, iniciei mais uma pós-graduação em Design Instrucional, cujo objetivo é aprofundar as técnicas de como arquitetar a melhor estrutura de “repasse” de conhecimento, isto é, fazer a ponte (interface) entre os geradores de conteúdo (professores e especialistas) e os empreendedores, futuros empreendedores, gestores e/ou estudantes.</p>
<p>Concomitantemente, este projeto tem que ter um modelo de negócio, logo, esta é outra atividade paralela que estou desenvolvendo.</p>
<p>Em paralelo, também gostaria de ter um modelo matemático para a rede. As bases para tal já estão pesquisadas, preciso só de tempo para desenvolver o modelo.</p>
<p>Resumindo, ainda tem um “bom” trabalho pela frente&#8230;</p>
<p>Agora, voltando ao tópico em questão, Web 2.0 e o Empreendedorismo.</p>
<p>Enquanto a Rede de Negócios não “entra no ar” (ou nos cabos&#8230;), o empreendedor tem uma série de ferramentas disponíveis, a custo zero, que pode utilizar para se fazer conhecido e para tomar conhecimento do ambiente virtual globalizado disponível para incrementar sua atividade ou para aprender e desenvolver novas idéias.</p>
<p>Vou comentar só sobre algumas ferramentas básicas e mais sobre algumas que eu já uso, portanto, não é extensa a lista, nem cobre todas as opções. Não vou colocar os links para as ferramentas, porque encheria o artigo de links e todas as ferramentas referidas são “Top of Mind” e aparecem direto no Google.</p>
<p>Considero como básico, participar de alguma rede social com vertente para negócios. Minha primeira opção é o <strong>LinkedIn</strong>, onde encontrarão milhares de profissionais, muitos pequenos empreendedores e grupos com interesses similares.</p>
<p>Lá, eu participo de uns 30 grupos, ultimamente, não tão assíduo como gostaria, mas o dia só tem 24 horas&#8230; Participo de grupos de empreendedorismo, de start-ups, de inovação, de ética (em português e outro em inglês), de venture capital, de CEOs,  de desenvolvimento de negócios, de e-learning, etc&#8230;</p>
<p>Como vêem, terão uma ampla escolha de assuntos e grupos especializados, nos interesses de cada um.</p>
<p>Outra sugestão é ter um blog, como este aqui. Pode ser <strong>WordPress</strong> ou pode usar o <strong>Blogger</strong>, entre outros, depende do gosto de cada um. Não precisa ser especialista para montar um blog, já tem vários formatos (templates) prontos para utilizar.</p>
<p>Pode argumentar, mas não tenho blablablá, para ficar escrevendo “todo dia”. Não precisa. Você pode definir uma página estática (isto é, sem posts (artigos)), onde divulga sua atividade ou produto, e em outra página colocar os “artigos” (posts), comunicados, comentários, sobre sua atividade, produtos ou área. Pode inclusive, ter mais que um. Por exemplo, eu tenho três blogs no WordPress, um em português, um em inglês e mais um que usava para testes. Todos sem custo nenhum.</p>
<p>Outra ferramenta que consulto freqüentemente é a <strong>Wikipedia</strong>, uma enciclopédia aberta, muito interessante e vale a pena ter um link nos favoritos.</p>
<p>Outra, que comecei recentemente a utilizar foi o <strong>Twitter</strong>, não como “gerador” de tweets (mensagens de 140 caracteres) mas como leitor. Ainda não “apanhei o jeito” de colocar tweets que realmente agreguem conhecimento.</p>
<p>Já li grandes insights de mensagens que recebi de amigos. Cuidado para não assinar um “monte” e depois não ler nenhum&#8230;</p>
<p>Para tal, eu testei dois programas, o <strong>TweetDeck</strong> e o <strong>Seesmic</strong>. Eu optei por instalar no meu micro o TweetDeck.</p>
<p>Outra ferramenta que uso é o <strong>Skype</strong>, VoIP (voice over IP, isto é, voz em cima do protocolo IP (internet)), o que me possibilita fazer chamadas internacionais (para telefone fixo ou celular) a custo baixo e com uma qualidade ótima. Além de permitir “bate-papos” por voz (e imagem, se quiser), a custo zero com qualquer pessoa ao redor do mundo, se ela tiver também o Skype instalado.</p>
<p>Tirando, obviamente, o e-mail básico e fundamental, estes recursos seriam os básicos para começar a interagir na Web 2.0.</p>
<p>Depois temos uma série de outras opções como:</p>
<p><strong>Facebook</strong> com mais de 300 milhões de associados, onde, se puder, também é interessante ter uma página. Eu tenho uma lá.</p>
<p>O <strong>Naymz</strong>, é outro site que iniciou como uma “lista de profissionais” e de referência de reputação pelo tipo de conexões (contatos) que você tem e pelo detalhamento do seu perfil. Hoje o Naymz já tem uma interatividade maior e também é bem dirigido ao perfil profissional. Também tenho uma página lá.</p>
<p>Na minha procura por sites focados na língua portuguesa ou regionais, com perfil profissional, eu me deparei com alguns que talvez possam interessar:</p>
<p>Um é o <strong>www.administradores.com.br</strong>, Portal da Administração, com vários artigos interessantes e onde pode também escrever e participar.</p>
<p>Outro é o <strong>www.via6.com</strong>, é uma rede de conteúdo, com várias comunidades (grupos de interesses comuns), também. Ainda não explorei muito esse portal, mas já encontrei grupos interessantes de empreendedorismo e de estratégia. Também, quando posso, participo lá.</p>
<p>Mais um que eu gosto de acessar, e tem alguns artigos meus, é o <strong>www.oficinadanet.com.br</strong>, este é para um perfil mais técnico e para o pessoal relacionado com tecnologia, programação e web design, mas não só.</p>
<p>Bom, o objetivo era só dar uma visão bem geral, portanto, devem ter “ficado para trás” algumas (várias) que podem ser interessantes para o empreendedorismo.</p>
<p>Todas as sugestões serão bem-vindas, que agreguem novas ferramentas para facilitar e alavancar o sucesso dos empreendedores.</p>
<br /> Tagged: Arranjos Produtivos Locais, clusters, empreendedores, Empreendedorismo, estratégia, Globalização, negócios, pequena empresa, rede de negócios, redes sociais, web 2.0 <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/empreendedorglobal.wordpress.com/375/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/empreendedorglobal.wordpress.com/375/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/empreendedorglobal.wordpress.com/375/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/empreendedorglobal.wordpress.com/375/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/empreendedorglobal.wordpress.com/375/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/empreendedorglobal.wordpress.com/375/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/empreendedorglobal.wordpress.com/375/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/empreendedorglobal.wordpress.com/375/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/empreendedorglobal.wordpress.com/375/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/empreendedorglobal.wordpress.com/375/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/empreendedorglobal.wordpress.com/375/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/empreendedorglobal.wordpress.com/375/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/empreendedorglobal.wordpress.com/375/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/empreendedorglobal.wordpress.com/375/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=empreendedorglobal.wordpress.com&amp;blog=7196949&amp;post=375&amp;subd=empreendedorglobal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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