Do berço ao berço – cradle to cradle design
Acredito que este tema é extremamente oportuno, não só pela discussão que haverá em Copenhague, Dinamarca, em dezembro, para discutir as emissões globais de gases-estufa após 2012, quando o Protocolo de Kyoto expira, mas também porque está crescendo uma conscientização mundial de que se ficarmos dependendo da decisão de “meia dúzia” para ver se reduzem 5% ou 5,5% da emissão, não iremos a lugar nenhum, nem nossos filhos e netos irão!
Voltando à frase “do berço ao berço”.
Frase não muito elucidativa mas que contém um conceito genial, primordial, aplicável e fundamental nos tempos correntes.
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Ontem tive a grata satisfação de ir ao evento A Arte que Transforma, de comemoração do aniversário de 10 anos de existência da empresa Direção Cultura, do meu amigo Antoine Kolokathis.
Mais do que gratificante, foi ver o trabalho ímpar que sua empresa faz em prol da Cultura e da Arte, e com seus projetos e ações sociais e educacionais.
Um dos motes da Direção Cultura, que transcrevo abaixo, transmite claramente o espírito da empresa, e que pessoalmente endosso e que também acredito como verdade:
“Acreditamos que podemos transformar as pessoas através da Arte e da Cultura com Criatividade – Qualidade – Sustentabilidade – Transparência.“
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Como a EaD, educação a distância, é um assunto fundamental para o Projeto Rede de Empreendedores, nesta página e subsequentes tratarei dos temas educação, e-learning, a socialização e desenvolvimento do conhecimento e, em especial, um ponto, no qual estou-me especializando, que é o Design Instrucional.
Acredito que teremos mudanças radicais nos conceitos e nos modelos educacionais nos próximos anos, vários especialistas no assunto já o pregam, mas ainda não tive acesso à leitura de nenhuma proposta concreta ou de um caso de estudo da implementação de um modelo realmente inovador.
Independentemente desse fato, que o processo ensino-aprendizagem vai mudar, é inquestionável, agora, como? É a pergunta de um milhão de dólares…
Para continuar lendo na nova página…
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No artigo anterior falei de inovação e o conceito de inovação aberta. Passaram-se alguns dias e assisti uma entrevista no canal Management TV com o Prof. Eric von Hippel , chefe e professor do grupo de empreendedorismo e inovação do MIT Sloan School of Management (Aqui link para um dos MITopencourseware de inovação).
E um dos pontos tratados, na entrevista, eu esqueci-me completamente de mencionar no artigo anterior.
É a perspectiva da inovação aberta com a participação do cliente, usuário do produto ou serviço.
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Um pequena palavra com grandes conceitos, dependendo da perspectiva, do ambiente e dos atores/audiência. Acho que compliquei mais do simplifiquei o conceito.
Mas no entanto, é isso que ocorre hoje.
Inovação é uma das palavras da “moda” (buzzword). Como tal, aparecem vários gurus criando novos enfoques e insights em cima de um conceito básico.
A inovação pode ser pequena, incremental, grande ou causar uma disrupção.
Invenção é quando se tem uma idéia e não existe, necessariamente, uma aplicabilidade para ela, ou não se criou valor. Inovação é quando se cria algo novo e existe uma aplicabilidade para isso, e quando se cria valor com essa idéia nova.
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Embora fuja um pouco do escopo deste blog, acredito que seja uma informação relevante para muitos que gostam de escrever, mas cujas oportunidades, para verem seu trabalho impresso, sejam escassas. Então, como publicar um livro?
No meu caso, eu tinha na “gaveta” um livro, escrito com um amigo, sobre Estratégia de Mundialização para PMEs, desde final de 2005.
Por uma série de motivos e, também, depois de várias tentativas de contato com editoras, resolvemos deixar engavetado o livro.
Eis que, lendo o blog do Giancarlo Colombo, um amigo, vejo um artigo sobre publicação on-demand, isto é, só é impresso o livro após a compra.
Tiramos da gaveta e publicamos no site clube de autores sem custo nenhum.
Não satisfeitos, ainda, visto que devem haver outras oportunidades para tal, pesquisamos mais um pouco, e temos mais um site, embora com um nome peculiar Lulu, tem uma série de ferramentas ótimas para formatar o livro e também permite a venda por download de pdf (para acrobat reader).
Embora o site seja em inglês, pode-se definir a linguagem do livro, o que facilita para quem procura (por explo: na categoria Negócios, encontrei mais de 900 títulos na língua portuguesa), e se investir um pouco na promoção (neste caso, o serviço não é gratuito), pode ter, inclusive, o livro anunciado na Amazon, na Barnes&Noble, entre outros.
Para terem uma ideia, o link para o nosso livro, lá, é Estratégia de Globalização para PMEs.
Boas publicações!
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Estou no meio de várias atividades simultâneas, por isso a freqüência de artigos tem diminuído. No entanto, ando, há um par de semanas, “ruminado” sobre este assunto da Web 2.0 e como isto pode ajudar a estratégia dos pequenos empreendedores.
Antes, vou tentar colocar do modo sucinto o que ando elaborando.
Parte do Projeto Rede de Negócios ou Rede de Empreendedores (ver Menu Lateral), é baseada na interação entre Núcleos Produtivos Locais (ou Arranjos Produtivos Locais, ou Clusters). Este é um ponto crucial e de resolução não muito simples, por causa dos diferentes idiomas, costumes, aspectos culturais, facilidades de acesso à rede, familiaridade com tecnologia e, inclusive, suporte local, governamental ou de ONGs.
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Reunião no Fórum Econômico de Davos, de 2007.
Com Bill Gates, pessoal do YouTube, Flickr, Nike, entre outros.
Acabei de assistir o vídeo (o link está abaixo) de uma das reuniões, onde se discutia a Web 2.0, se era uma tendência ou uma simples “buzzword” (“palavra da moda”). Também foi discutido sobre as redes sociais e tendências futuras, da rede.
Além dos pontos vários pontos discutidos, de modo bastante interessante, o que me chamou a atenção foram as palavras finais do moderador: o que se trata, a Web 2.0 e futuras tendências, é de “powershift” (“mudança de poder” ou “troca de mãos” do poder) e de “empowerment” (dar (ou dá) poder às pessoas).
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Lançamos um livro sob
re Estratégia de Mundialização – Globalização – para Pequenas e Médias Empresas, as PMEs.
Este livro foi escrito em parceria com um amigo, Mário Luís Magnani, e nosso objetivo não é oferecer uma “receita de bolo” ou algum plano estratégico, no sentido convencional ou acadêmico.
Nossa preocupação maior foi a de procurar desenvolver uma visão global, e sistêmica, para que o empreendedor possa ter uma noção do todo o ambiente que o envolve e das influências externas que direta e indiretamente afetam e afetarão, no futuro, o seu negócio.
Então, este livro, como se poderia classificar nas áreas de conhecimento? Em negócios? Em administração? Em acadêmico? Em auto-ajuda? Em todas elas!
Neste projeto exercita-se a Transdisciplinaridade e a visão sistêmica da realidade.
O empreendedor, para seu sucesso, além de ter que ter claro o conceito de globalização e o conceito de empreendedorismo, deverá ter uma visão panorâmica do ambiente que o rodeia e conhecimento das várias ferramentas disponíveis para buscar e viabilizar o sucesso de seu empreendimento.
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“Todo mundo ‘pensando’ em deixar um planeta melhor para nossos filhos…Quando é que ‘pensarão’ em deixar filhos melhores para o nosso planeta?”
Copiei este título de uma discussão que se iniciou hoje, em um grupo sobre Ética, no LinkedIn.
Achamos que é um tema muito relevante e fundamental para os tempos de hoje, e vindouros.
Abaixo estão minhas primeiras considerações, colocadas no grupo de discussão.
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A Ética Engavetada
Este é o título de um editorial do Jornal Zero Hora, de hoje.
Em referência ao arquivamento de 11 (onze), repetindo ONZE denúncias no Conselho de Ética do Senado, contra um mesmo cidadão, sim porque todos lá são, teoricamente, cidadãos simples e comuns, como todos nós.
Com a diferença que, também teoricamente, têm um mandato, dado pelos outros cidadãos, para defender os interesses da Nação, enfatizando: INTERESSES DA NAÇÃO.
Venho há alguns meses debatendo, aqui, a necessidade de existir Ética nos negócios e procurei, em artigo anterior, dirimir, dúvidas sobre o conceito do que é a Ética. Dúvidas estas, utilizadas por muitos, para criar uma zona cinza, que não existe, entre o certo e o errado para justificar atos injustificáveis.
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Alguns pontos são cruciais e muitas vezes relegados para um segundo plano, ou até ignorados, pelos pequenos empresários, no dia a dia e na gestão de seus empreendimentos.
Como, geralmente, o pequeno empreendedor tem, em sua empresa, uma organização enxuta, há naturalmente um acúmulo de funções e, portanto, uma necessidade executar várias tarefas simultaneamente, ou pseudo simultaneamente, e de estar sempre atento a vários aspectos do negócio.
Para tal, o planejamento, o controle do tempo e evitar o retrabalho são pontos fundamentais.
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Gestão da Mudança: Só 41 % dos projetos atingem todos os seus objetivos
Durante vários artigos procurei evidenciar a importância de ter uma clara noção do que é a mudança, e de como este claro entendimento está relacionado com o sucesso de qualquer empreendimento e atividade. Além de ter, também, enfatizado o quanto é importante a conscientização e o preparo das pessoas envolvidas.
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Continuando minha pesquisa sobre software livre para o projeto Rede de Negócios para Empreendedores, fui fazer algumas revisões, sobre como estavam as versões de vários Linux disponíveis e ler algumas análises.
Um dos sistemas, baseado em Linux, que ficou retido na minha memória desde suas primeiras versões, e recomendado recentemente por um amigo, foi o Ubuntu.
A continuação deste artigo tratará de tudo, menos de software livre e Linux.
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No EaD, temos crase ou não temos crase?
Recentemente tive a grata satisfação de conhecer o Giancarlo Colombo, em um encontro que tivemos na Unicamp. E, como leitor assíduo de seu blog “vou ler agora!”, constatei uma referência sobre nossa prazerosa conversa.
Fiquei ainda mais satisfeito pela sua reflexão sobre a utilização, ou não, de crase no EaD ou EàD (Ensino a Distância).
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